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Segredos e conselhos para investir | Instituto de Educação Financeira

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Segredos e conselhos para investir

por Emília Chagas.

crédito: Marco AntônioJá imaginou buscar em Homero, Shakespeare e Cervantes as explicações para os movimentos do mercado acionário? Foram as relações criadas pelo gerente de educação financeira do Itaú Unibanco, Martin Casals Iglesias, para tornar compreensível para os leitores um tema considerado tão abstrato.

De Ulisses a Hamlet e Dom Quixote de La Mancha, “Investimentos: um livro de segredos e conselhos” torna divertida a compreensão de assuntos complexos. “A dificuldade em comunicar as teorias financeiras é um problema endêmico. Procurei encontrar vínculos que tornassem a leitura mais agradável”, afirma Iglesias. A publicação será lançada no final de abril pela editora Campus/Elsevier.

Em entrevista concedida durante a ExpoMoney em Curitiba o especialista dá exemplos da aplicação prática do conhecimento sobre como lidar com risco financeiro.

- Em seu livro e em suas palestras o risco é um dos temas recorrentes. Como ele tem relação com o planejamento financeiro?

Martins Casals Iglesias – Um exemplo é a divisão do dinheiro, que  convém ser colocado em três diferentes caixas. A primeira é a da reserva de emergência. Estudos indicam que pessoas que mantêm uma reserva financeira assumem uma postura mais positiva perante a vida, são mais tranquilas e seguras para enfrentar eventualidades. No caso desses recursos, não convém assumir riscos. O melhor é alocar em poupança, fundo DI, CDB etc., um valor que varia de três a seis meses de gastos.

- Quem deve guardar mais e quem pode guardar um pouco menos?

MCI – Quem tem mais estabilidade de renda, como um funcionário público, pode ter uma reserva equivalente a três meses de gastos. Já um autônomo sem portfólio de seguros deveria guardar o equivalente a seis meses.

- E no caso das demais caixas?

MCI – A segunda delas seria aquela para construir a aposentadoria, algo que deve ser feito ao longo da vida produtiva. Como há um longo horizonte, aqui faz sentido investir em risco. A terceira caixa é aquela para objetivos específicos. Certamente o risco a ser assumido no caso de reserva para uma viagem de férias pode ser mais alto do que uma poupança para uma cirurgia no exterior. Então o risco nesse caso vai variar de acordo com o perfil de investimento de cada um e com a finalidade da poupança.

 

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