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Planejamento financeiro para 2012 | Instituto de Educação Financeira

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Planejamento financeiro para 2012

O consultor Jurandir Sell Macedo afirma que é preciso planejar muito nesta época de gastos e ganhos extras

Os gastos de final de ano com presentes, viagens e festas costumam acumular às contas que já vencem em janeiro, como por exemplo o IPTU. O consultor de Finanças Pessoais do Itaú e professor da UFSC, Jurandir Sell Macedo, em entrevista exclusiva ao Informativo da PREVIG, ressalta que as despesas dessa época precisam ser planejadas, assim como o orçamento para o ano inteiro.

“As pessoas costumam gastar demais na época do Natal, seja com presentes, recebendo visitas ou viajando. Portanto, já entram no próximo ano com dívidas. São as chamadas despesas não recorrentes, pois, apesar de só existirem nesse período, já são previstas”, diz Jurandir.

Uma das melhores medidas para evitar entrar no ano com dívidas é usar o 13º para tentar quitar todas, principalmente as atrasadas. “As dívidas geram juros, e este é o pior desperdício de dinheiro, pois pagar juros é como jogar dinheiro fora, já que o pagamento deles não abate parte da dívida”, comenta o consultor.

Para quem não possui dívidas, a recomendação de Jurandir é investir em poupança, para ter um fundo de reserva equivalente a seis ou doze vezes o total de gasto mensal da família. A aplicação, neste caso, deve ser feita em poupança, que é um investimento menos arriscado.

“Precisamos ter três caixinhas de reserva: A primeira é o fundo de emergência ou poupança. Já a segunda é para a aposentadoria complementar, uma reserva de longo prazo que os Participantes da PREVIG já tem a vantagem de ter. A terceira seria onde fica o dinheiro para realizar sonhos, como viagens ou a compra de algum bem de valor maior”, explica Jurandir.

O professor também alerta para os gastos desnecessários, como a compra de muitos presentes de Natal e de produtos só porque estão em oferta. “Não existe roupa mais cara do que aquela baratinha que compramos e nunca usamos”, afirma.

Para as famílias já endividadas:

Falar a verdade para a família. De nada adianta esconder a verdade dos filhos, uma conversa franca estimula a família a ajudar a resolver o problema. “Os pais devem mostrar suas limitações. Esconder a verdade só faz o problema ficar cada vez maior”, ressalta o consultor.

Anotar todos os gastos e guardar todas as faturas. Uma vez por semana sentar e passar os dados para uma planilha, que pode ser eletrônica ou de papel. No final do mês, pode-se contabilizar para onde estão indo os gastos e qual despesa pode ser cortada. “É uma tarefa chata, com certeza, porém necessária para o controle.

Da Revista Previg
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