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Os 7 pecados capitais do dinheiro | Instituto de Educação Financeira

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Os 7 pecados capitais do dinheiro

Gula

Quando o assunto é finanças pessoais, o pecado da gula pode ser comparado ao consumo em excesso. Quem tem gula por compras, provavelmente, é mais suscetível a cair no endividamento para adquirir o que deseja.

“Antes de cometer esse pecado é preciso perguntar: eu realmente preciso comprar isso agora?”, diz Ricardo Fairbanks, consultor da Dinheiro em Foco, em São Paulo. Esse perfil é o mais propenso a cair em fraudes financeiras.

Avareza

De cada 100 brasileiros, pelo menos 20 preferem guardar o dinheiro em investimentos seguros e não comprar nada, segundo levantamento feito por Raphael Cordeiro, consultor financeiro, em Curitiba, Paraná.

Os avarentos adiam o consumo, não se permitem gastar nada além do planejado e, quando decidem investir, optam pela poupança. A determinação de não gastar pode fazer com que os avaros façam negócios financeiros ruins.

Uma solução para equilibrar a vida deles é recorrer ao planejamento financeiro. Com os objetivos definidos, fica fácil gastar grana com um carro novo sem sentir culpa.

Luxúria

Os luxuriosos gostam de ostentar produtos caros e requintados. “A ideia de consumir para ter status é frustrante porque é um caminho sem fim”, diz Jurandir Sell Macedo, consultor de finanças pessoais e professor da Universidade Federal de Santa Catarina.

A luxúria é tão presente no mundo das finanças que o economista americano Thorstein Veblen fez vários estudos e concluiu que o único objetivo do consumo é a ostentação. O maior problema é quando a busca do prazer do consumo é a única razão da vida. É preciso ter atenção para não gastar mais do que se ganha.

Preguiça

No mundo das finanças, o preguiçoso é o principal candidato a perder dinheiro. É ele quem costuma deixar as prestações atrasarem por preguiça de ir ao banco quitá-las. Com isso, paga juros. Uma alternativa é recorrer ao débito automático.

Ele também paga caro nas compras porque prefere as lojas de conveniência, onde os produtos têm preços maiores. Quem tem esse perfil pode deixar o dinheiro parado na conta-corrente ou aplicar apenas na poupança por ter preguiça.

Por isso, conheça seus desejos, deixe a preguiça de lado e trace um planejamento para realizá-los.

Inveja

“A inveja [no consumo] é quando você compra o que não precisa, com o dinheiro que não tem, para causar uma boa impressão em quem você não gosta”, diz o consultor financeiro Mauro Calil, da Calil & Calil, de São Paulo.

No lado dos investimentos, a inveja é uma das causas do efeito manada do mercado financeiro. Essa é a dominação do fenômeno que ocorre quando algumas pessoas começam a ganhar dinheiro na bolsa e várias outras entram no mercado, como uma manada, para ganhar também.

“Se espelhar em alguém pode até ser saudável, se não for uma obsessão”, diz Andre Novaes, presidente da Life Finanças Pessoais, em Campinas, no interior de São Paulo.

Vaidade

Tem gente que fica muito vaidosa em contar aos amigos que suas aplicações financeiras estão rendendo bem mais do que a média do mercado financeiro. Mas “finanças pessoais é assunto particular. Você não deve falar sobre elas no clube ou no restaurante”, diz Rogério Bastos, consultor da FinPlan, em São Paulo.

A vaidade, quando não está controlada, pode fazer com que você opte pelo consumo excessivo no presente e deixe de pensar no futuro.

Para escapar da cilada dos gastos desenfreados, a dica dos especialistas é recorrer ao planejamento financeiro, que vai ajudar a balizar seus gastos de forma eficiente.

Ira

A bolsa de valores caiu 18% no ano passado e, provavelmente, você deve ter ouvido a história de alguém que investiu em ações, perdeu muita grana e decidiu nunca mais voltar para o mercado de capitais. Talvez essa pessoa esteja cometendo o pecado da ira.

Quando alguém está irado, não avalia os riscos de um investimento, age impulsivamente e, nesse caso, a possibilidade de perder dinheiro é grande.

É comum que os irados prefiram as aplicações financeiras que rendam mais — eles são investidores arrojados. Nesse caso, o melhor jeito de amenizar a ira é fazer a diversificação dos investimentos.

Do Portal Exame
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