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O desafio de fazer com os filhos tenham uma relação saudável com o consumo | Instituto de Educação Financeira

Finanças Pessoais, Notícias

O desafio de fazer com que os filhos tenham uma relação saudável com o consumo

Escute a reportagem na íntegra 

(…) “Existe uma grande diferença entre consumo e consumismo. O consumidor é alguém que tira proveito da sociedade de consumo e o consumista é um viciado na sociedade do consumo. A gente mostra que o dinheiro é meio, não fim na vida. Então, a ideia é você ter um planejamento de vida e no planejamento de vida deve ter também a questão financeira. Então, o primeiro é saber o que eu quero da minha vida, quais são os caminhos que eu quero trilhar depois a gente mostra que é importante ter um orçamento, ter controle. E mostra para eles que se não tiverem controle alguém vai controlá-los e esse alguém é o gerente do banco que não vai dar mais crédito para eles”.

É assim que Jurandir Macedo Júnior, autor de diversos livros sobre finanças comportamentais, começa suas aulas. E logo em seguida, ele acrescenta uma pergunta fundamental: o que é ser rico pra você? Não apenas no abstrato, na linha do “ser rico é ter muito dinheiro”. Quanto dinheiro? E quais são as coisas que te fariam se sentir rico e que não tem nenhuma relação com dinheiro?

(…)

Se falar sobre dinheiro é um tabu para adultos, o que dizer sobre a educação financeira dos filhos? Segundo os especialistas, o mais comum é que os filhos repitam os padrões dos pais. E não adianta falar uma coisa e fazer outra. As crianças seguem muito mais o que veem, e não o que escutam. Celina Macedo é autora do livro “Filhos, seu melhor investimento”, e destaca que educar também é dizer não.

“Sem limite é muito mais fácil dar tudo o que ela quer, fazer o que ela quer. Ela vai fazendo tudo dessa forma, mas na medida que você dá limite, ela aprende que nem tudo é possível, que às vezes é necessário, sim, se frustrar e a lidar com essas frustrações. E a criança que não sabe lidar com frustrações quando chega na idade adulta, ela vai se sentir.. Ela não vai conseguir trabalhar, digamos, com o limite financeiro dela porque ter educação financeira é respeitar limites. É fazer trocas, é, além disso, saber esperar”. (…)

Do Portal da Câmara dos Deputados

 

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