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No Limite | Instituto de Educação Financeira

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No limite

Após três anos de baixa, no início de 2003 a previsão mais otimista dos analistas apontava um índice Bovespa, aos 16 mil pontos para esta época do ano. Mas o governo Lula e o colchão de liquidez internacional saíram melhor do que o esperado e a bolsa avança no patamar dos 21 mil pontos. Decretado o estado de euforia, investidores que já quase haviam desistido do pregão e outros que ainda nem ainda tinham se aventurado chegam em hordas. É, sem dúvida, uma ótima notícia para o mercado de capitais brasileiro. Antes, entretanto, que o investimento na bolsa torne-se uma experiência que resulte em “más recordações”, é preciso ter alguns cuidados. Isso porque a maioria dos pequenos investidores, principalmente os de primeira viajem, ainda é influenciado pelas fortes emoções do mercado. Principalmente em períodos como o de agora.

Essa que era apenas uma suspeita que inúmeros analistas e profissionais do mercado nutriam, acaba de se tornar uma hipótese confirmada e fundamentada em dados concretos. A primeira tese de doutorado brasileira no campo de finanças comportamentais, que acaba de ser finalizada pelo professor da Universidade Federal de Santa Catarina, Jurandir Sell Macedo, acompanhou o comportamento de 242 investidores e concluiu que eles estão longe de ser racionais e disciplinados. “Há uma série de comportamentos não racionais que o investidor acaba adotando seja por excesso de confiança ou porque sente medo de tomar uma decisão errada e acaba paralisado numa posição que causa perdas sucessivas”, diz Macedo.

Leia a matéria na íntegra: No limite
Do Jornal Valor
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