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Leão domesticado: não esqueça de considerar os impostos na hora de avaliar a rentabilidade de um produto | Instituto de Educação Financeira

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Leão domesticado: não esqueça de considerar os impostos na hora de avaliar a rentabilidade de um produto

Quando você decide aplicar seu dinheiro num produto do mercado financeiro, você está de olho na rentabilidade que ele poderá te trazer. Mas algumas coisas impactam seu retorno e você precisa considerá-las ao fazer as contas de quanto ganhou. Uma delas são as taxas que você paga para ‘contratar’ o produto. Outra são os custos que você tem para mantê-lo. A outra são os impostos.

As taxas e custos são coisas que você pode negociar, ou seja, você pode procurar por aplicações similares com taxas menores ou condições de custos melhores. Pode acionar a instituição da qual você é cliente e negociar por condições mais favoráveis, como acontece em qualquer mercado.  Marcia Dessem, CFP (Certified Financial Planner), sócia da BMI e articulista da Folha de S. Paulo, aconselha que o investidor sempre preste atenção a taxas e cobranças, já que essas podem variar entre os produto ou instituições.  “O consumidor precisa pesquisar, comparar e negociar as taxas em seu próprio interesse. A concorrência está cada vez mais acirrada e o consumidor precisa se beneficiar desse movimento”, avalia.

Mas os impostos não são negociáveis. Eles são definidos pelo governo e, portanto, não podem ser combinados com a sua instituição. O que não significa que os impostos não variem de produto para produto ou de acordo com o prazo que você fica no investimento. Isso porque o governo, por exemplo, que incentivar a aplicação de longo prazo e também alguns tipos específicos de investimentos. Então, na hora de avaliar onde você vai aplicar, você precisa levar em consideração os impostos, e avaliar como será o impacto deles no investimento que você pretende fazer.

Nos produtos de renda fixa, quem fica mais tempo no investimento é recompensando com impostos menores do que os pagos por quem saca antes. “Por isso, é importante que você planeje ficar num investimento pelo menos dois anos”, avisa Jurandir Macedo, consultor de Finanças Pessoais do Itaú. “Quem saca depois de seis meses paga 7,5% a mais de impostos sobre seu lucro do que quem espera dois anos para retirar o dinheiro”, completa.

Além disso, alguns produtos como debêntures de infraestrutura e fundos imobiliários possuem isenção de impostos para pessoas físicas numa tentativa do governo de incentivar mais e mais investidores a participarem desses mercados.

Mas lembre-se: os impostos não devem de forma nenhuma ser o fator determinante para você escolher entre um produto e outro. O que reina, nesse aspecto, é o seu perfil para fazer aqueles investimentos. O produto mais indicado para você é aquele que possui as condições de liquidez e risco adequadas ao seu perfil. Leia mais sobre o perfil do investidor ou veja o vídeo.

“Não existe nenhum produto no mercado que não atenda ninguém, que não seja interessante por algum motivo. Se existisse, ninguém compraria e ele morreria sozinho. O que existe é o produto certo para a pessoa certa”, ratifica Macedo, explicando que casos e necessidades particulares das pessoas é que vão direcionar para o melhor produto.

Para te ajudar, fizemos uma tabela detalhando o IR (imposto de Renda) e IOF (Imposto sobre Operação Financeira) dos principais produtos de investimentos. Essas informações foram colhidas em setembro de 2012 e podem variar de acordo com resoluções futuras do governo.

 

Do Portal Como Investir
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