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Jurandir Macedo avalia novo fundo de investimento do FGTS | Instituto de Educação Financeira

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Jurandir Macedo avalia novo fundo de investimento do FGTS

foto revista exameNesta terça-feira (12) a “Exame” repercutiu a revelação feita pela “Folha” sobre a nova oportunidade de destinar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a uma aplicação com uma rentabilidade maior. A reportagem mostra que quem tem carteira assinada poderá destinar 30% dos recursos a fundos que investem em empresas de infraestrutura especialmente criados para este fim.

A matéria questiona se vale a pena destinar esse dinheiro a uma aplicação mais arriscada, uma vez que o rendimento de 3% ao ano do FGTS está longe de repor a inflação. Mas alerta sobre o risco de calote das empresas que compõem o fundo.

Para Jurandir Sell Macedo, consultor de finanças pessoais do Itaú Unibanco e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), apesar de a ideia do fundo de infraestrutura ser boa, o investidor deve ter muito cuidado e conhecer bem os riscos antes de optar pelo investimento de parte do FGTS.

IMG_4956Macedo acha precipitado decidir agora se o investimento é vantajoso ou não, pois ainda não se sabe exatamente se a política de investimento do novo fundo. Ainda que a rentabilidade do FGTS seja baixa, ele acredita que o trabalhador não deve arriscar seus recursos se não compreender bem o funcionamento do fundo, não conhecer os riscos e não souber quais as empresas compõem sua carteira.

“Antes de optar pelo investimento, a pessoa tem que saber quais empresas estão ali dentro e qual o limite máximo de investimento por empresa. Se tiver empresas de capital fechado entre os emissores dos papéis, esse fundo apresentará baixa governança corporativa, o que exige cuidado”, diz Macedo.

Na opinião dele, para os trabalhadores que têm o FGTS como única reserva de emergência em caso de desemprego ou aposentadoria, o investimento não valerá a pena. Já para pessoas com mais reservas financeiras, com plano de aposentadoria privado, e que compreendam o funcionamento do fundo e seus riscos, pode ser interessante aplicar os 30%.

A matéria completa foi publicada no site da revista Exame
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