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Governanças e boas práticas sociais e ambientais, um diferencial de valor | Instituto de Educação Financeira

Finanças Pessoais

Governanças e boas práticas sociais e ambientais, um diferencial de valor

Quem não aderir aos princípios ESG corre o risco de sair do radar e perder mercado. O Brasil avança nessa área.
O conceito de sustentabilidade, que veio coroar, com o estudo patrocinado pela ONU em 1987, a emergência de movimentos sociais e políticos de defesa da ecologia e preservação da qualidade de vida na terra, traduziu-se para o mundo empresarial e de investimentos na necessidade de se adaptarem não só aos anseios na área propriamente ambiental, mas também do ponto de vista social.
O que esta reportagem da revista “Mercado de Capitais”, entrevistando os especialistas que participaram de um painel sobre o assunto no 22° Congresso da Apimec, realizado em São Paulo, procura investigar, é se o mercado brasileiro está preparado para incorporar os fatores ESG* nas recomendações e decisões de investimentos. Ou seja, se analistas e gestores de investimento de um lado, as empresas de outro e os investidores na terceira ponta levam em consideração os tema ambientais, sociais e de governança nos seus relatórios e em suas ações.
(…)
Denise Hills, Superintendente de Sustentabilidade de Itaú Unibanco, uma das participantes do painel “Incorporando a Sustentabilidade na Decisão de Investimentos”, no 22° Congresso, advertiu para a necessidade de as empresas se adaptarem às boas práticas para não perderem valor e mercado. Ela citou o exemplo de um vazamento de petróleo: “O principal questionamento dos investidores aos bancos, era por que a ação de determinada petrolífera era considerada um investimento conservador quando o preço dos papéis caiu 53,79%” – explicou. O acidente havia causado um vazamento de 2,2 milhoes de barris de petróleo no mar.
A superintendente do Itaú Unibanco entende que as empresas devem procurar informar corretamente os riscos que correm em suas atividades para serem mais bem avaliadas.

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