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Gente que vai

A estudante de Jornalismo, Patrícia Pamplona, está contando os dias para o intercâmbio na França

Daqui a 65 dias, Patricia Dal-Bó Pamploma, 20 anos, embarca para a pequena Annecy, no sudeste da França. Mas a ansiedade da estudante de Jornalismo da Universidade Federal (UFSC) é tanta que ela já viveu e reviveu, em pensamento, a chegada à cidade onde vai morar por um ano inteiro. O planejamento de cursar dois semestres na Universidade de Savoie começou em julho do ano passado, mas a vontade de morar fora é mais antiga, desde antes de entrar na faculdade.

O fato de um colega da faculdade já ter ido para a instituição francesa encorajou Patricia, que aprende o idioma há três anos e meio. A parceria entre as universidades também ajudou. Além de opções de moradia, a instituição francesa nomeou uma espécie de padrinho, um estudante de lá que ajudará Patricia a tirar pequenas dúvidas do cotidiano, desde a localização da sala de aula e até dos restaurantes por perto. Ainda em solo brasileiro, a futura jornalista procura saber mais sobre a França pela internet e outras duas fontes bem próximas: o irmão e o namorado, que fizeram intercâmbio em cidades da Espanha. Mesmo assim, ela sabe que, na prática, precisará de uma dose extra de coragem.

– Sou a caçula, morei a vida inteira com meus pais, vai ser uma grande experiência – confessa.

A responsável pelo atendimento de adolescentes e jovens no Laboratório de Informação e Orientação Profissional (Liop) da UFSC, Marucia Bardagi, reforça que, para aguentar o tranco de um novo universo acadêmico e longe dos rostos conhecidos é preciso conhecer sobre o local de destino e o que será oferecido em sala. Também é importante saber o básico da língua, estar preparado emocionalmente e financeiramente, para se evitar os sustos.

O professor de finanças pessoais da UFSC, Jurandir Sell Macedo, complementa que os investimentos financeiros nesses programas são sempre compensados.

– Se olhar para a virada do século 20, a riqueza que se tinha era a terra, depois, foi a indústria e, hoje, a grande riqueza é o conhecimento. E o intercâmbio é uma forma de adquirir esse conhecimento, de alargar os horizontes – retrata.

Do jornal Diário Catarinense
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