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	<title>Jurandir Macedo</title>
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		<title>Para quem é indicado o investimento em ouro</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O ouro costuma brilhar mais aos olhos de investidores em momentos de crise e pressão inflacionária. Por funcionar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><img title="Ouro" src="http://exame1.abrilm.com.br/assets/pictures/39347/size_590_ouro.jpg?1316522512" alt="" width="590" height="443" /><p class="wp-caption-text">Preço do ouro subiu nos últimos 12 meses, mas pode cair se Bolsa voltar a subir</p></div>
<p>O ouro costuma brilhar mais aos olhos de investidores em momentos de crise e pressão inflacionária. Por funcionar como uma reserva de valor, ele é tido por muitos como um porto seguro nestas situações. Como o preço desse metal varia com base nos fatores de oferta e procura, quando o mercado volta a se estabilizar, aplicações mais práticas e rentáveis atraem os investidores e ele pode sofrer desvalorização. Por causa desta volatilidade, é importante entender bem como funciona o investimento antes de entrar nesta aplicação.</p>
<p>Alexandra Almawi, economista da Lerosa Investimentos, explica que a aplicação em ouro é indicada para o investidor individual apenas se ele tiver sensibilidade para compreender os movimentos do mercado. “O pequeno investidor tem que ter conhecimento do mercado para entrar quando está barato e se aproveitar de momento de crise para vender. Tem que entender que a subida do ouro não é uma trajetória constante”, diz..</p>
<p>O quadro de incertezas &#8211; composto por valorização do dólar, crise europeia, quedas no juro e na Bolsa &#8211; tem ocasionado a valorização do ouro nos últimos meses. No Brasil, o ouro negociado na BM&amp;F teve alta de 4,21% em 2011 e de quase 25% nos últimos 12 meses. O ouro pode se valorizar ainda mais, mas quando a aversão ao risco ceder, a queda deve acontecer porque os investidores se dirigem a aplicações mais rentáveis. “Em termos factuais o número de barras vai continuar lá, mas o investidor irá perder valor com a queda na procura”, avalia.</p>
<p>O célebre investidor americano e ex-sócio de George Soros, Jim Rogers, acredita que o preço do ouro deve recuar de 40% a 50%, caso a Índia pare de importar o metal ou se os europeus decidirem vender suas reservas. Segundo ele, a situação está piorando porque a dívida dos países ricos está alcançando novos tetos.</p>
<p>Sílvio Alface Neto, consultor financeiro e parceiro da corretora Socopa, afirma que, além de questões ligadas ao mercado, a cotação do ouro pode ser influenciada por outros fatores. “Todo final de ano aumenta a demanda pelo produto. Por causa da compra de joias a demanda aumenta e isso gera alta. Ou ainda, se chove muito, a extração nos garimpos é dificultada e o ouro volta a subir&#8221;, explica</p>
<p>Observando apenas esses fatores, fica claro que o investimento em ouro envolve certa complexidade. <a href="http://edufinanceira.org.br/jurandir-sell-macedo/" target="_blank">Jurandir Macedo</a>, consultor de finanças pessoais do Itaú Unibanco e professor da UFSC, não recomenda este tipo de aplicação para o pequeno investidor. Segundo ele, comprar ouro é apenas fazer uma reserva de valor, e é muito diferente da compra de uma ação de empresa, porque não gera riquezas. “A maior parte das pessoas investe sempre no que era bom. Ouro esteve bom nos últimos dois três anos”, conclui.</p>
<h4>Como funciona a aplicação</h4>
<p>No Brasil, a forma mais comum de investir em ouro é por meio da Bolsa de Mercadorias e Futuros. Para comprar ouro na BM&amp;F, o investidor deve procurar uma corretora listada na Bolsa. A negociação mínima é de um contrato, que pode ser o lote-padrão de 250g ou os contratos fracionários de 10g e de 0,225g, que têm preços mais acessíveis, mas têm menor liquidez.</p>
<p>“Quando o cliente compra o ouro através de uma corretora na Bolsa, ele tem uma série de garantias. É mais seguro para o investidor, tanto pelo sistema de negociação, liquidação dos negócios, como pela qualidade do ouro negociado”, ressalta Alface Neto.</p>
<p>A cotação do ouro é feita em reais por grama. Pelo preço fechado nesta quinta-feira, a 101,30 reais, o lote-padrão sairia por 25.325 reais. O preço do ouro aqui é atrelado à cotação do ouro na bolsa de Nova York, que é feita em dólares por onça (medida que equivale a aproximadamente 31 gramas). Nesta quinta-feira, por exemplo, a onça fechou a 1.547 dólares, com isso depreende-se que cotação a da BM&amp;F está 1,8% acima da paridade de Nova York, fato que decorre da alta demanda por ouro no mercado nacional.</p>
<p>Por meio da BM&amp;F, além da compra à vista existem também os contratos nas modalidades futuro, termo e opção de compra e venda, mas elas são mais indicadas para investidores com mais experiência.</p>
<p>O investidor pode também comprar o ouro pelo mercado de balcão, no qual a mercadoria é entregue fisicamente e é vendida por fundidoras credenciadas pelo Banco Central. Existem ainda outras maneiras de investir em ouro, como pela compra de joias, pelo mercado informal, ou em um fundo de capital protegido.</p>
<p>O ouro percorre um caminho longo até ser negociado na Bolsa. Depois da extração, ele é refinado e transformado em barras. Elas são lacradas e embaladas e só então são entregues a uma instituição financeira. Estas instituições são bancos credenciados pela BM&amp;F, que mantêm as barras de ouro sob custódia, armazenando-as em cofres gerenciados.Todo esse processo é atestado pela Bolsa.</p>
<p>Caso o investidor queira levar o ouro físico para casa, ele deverá procurar a sua corretora e solicitar a retirada das barras junto à BM&amp;F, indicando em qual banco custodiante pretende retirá-las. Porém, quando isso acontece, o ouro deixa de ter padrão de negociação em ambiente da Bolsa e deixa de ser um ativo, passando a ter o valor de um produto como qualquer outro.</p>
<h4>Taxas</h4>
<p>A Bolsa faz a cobrança da taxa de custódia e a repassa para o banco custodiante. São cobrados 0,07% ao mês, calculados diariamente sobre a posição mantida pelo investidor, de acordo com a seguinte metodologia: Taxa de Custódia ao dia = (preço máximo do ouro no dia x 0,07% x saldo em gramas)/ 30 dias.</p>
<p>Quando negociado como ativo financeiro, o ganho de capital do ouro é isento de Imposto de Renda sempre que o valor total dos contratos não superar 20.000 reais em um único mês.</p>
<p>A aplicação está sujeita ainda à cobrança de taxa de corretagem, que varia de acordo com a corretora contratada. Geralmente, a taxa fica na faixa de 0,2% sobre o valor total envolvido na transação.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do portal <a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/acoes/noticias/para-quem-e-indicado-o-investimento-em-ouro?page=2&amp;slug_name=para-quem-e-indicado-o-investimento-em-ouro" target="_blank">EXAME Online</a></h6>
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		<title>Pesquisa mostra que pais enganam os filhos quando o assunto é dinheiro</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/pesquisa-mostra-que-pais-enganam-os-filhos-quando-o-assunto-e-dinheiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 10:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Você acha que não mente para os filhos sobre dinheiro? Eis uma cena desonesta muito comum: um pai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você acha que não mente para os filhos sobre dinheiro? Eis uma cena desonesta muito comum: um pai diz &#8220;não&#8221; para um item de US$ 10, alegando não ter dinheiro suficiente, mas aí coloca uma bugiganga de US$ 15 no carrinho do supermercado para si mesmo.</p>
<p>&#8220;Quando você diz que não pode comprar algo que realmente pode, você está perdendo a oportunidade de falar sobre prioridades e conflitos ao fazer escolhas&#8221;, afirma Stuart Ritter, vice-presidente da T. Rowe Price (empresa americana de investimentos) e pai de três filhos. &#8220;Acho que subestimamos a capacidade das crianças de perceber o que estamos fazendo.&#8221;</p>
<p>Ritter, um especialista em educação financeira, esteve envolvido em um estudo para a T. Rowe Price intitulado &#8220;Pais, filhos &amp; Uma visão geral sobre o dinheiro&#8221;. No estudo, a empresa entrevistou mais de 800 crianças entre 8 e 14 anos, além de 1.008 pais (divididos entre mães e pais).</p>
<p>A empresa constatou que para os pais o dinheiro é um tema tão difícil de ser tratado com os filhos quanto o sexo. Na verdade, eles têm tanta dificuldade que mentem a respeito ou evitam falar sobre dinheiro, embora em muitos casos os filhos percebam que algo está acontecendo. Trinta e três por cento dos pais informaram que evitam conversar sobre dinheiro com os filhos.</p>
<p>Entre os assuntos mais evitados estão os desentendimentos entre pai e mãe por causa de dinheiro: 46% dos pais disseram que isso é um problema, enquanto 42% dos filhos afirmaram estar cientes desses conflitos. E mais: 77% dos pais disseram que nem sempre são honestos com os filhos quando o assunto é dinheiro, com 15% afirmando mentir pelo menos uma vez por semana. Além disso, 32% revelaram que dizem aos filhos que não podem comprar algo que na verdade podem.</p>
<p>Há inúmeros estudos sobre questões que envolvem o dinheiro e a família. Recentemente, a Junior Achievement e a Allstate Foundation divulgaram a pesquisa &#8220;Adolescentes &amp; Finanças Pessoais&#8221;, em que 56% dos adolescentes previram que terão uma vida financeira igual ou melhor que a de seus pais, ante 89% registrados pelo estudo em 2011.</p>
<p>A dificuldade que os pais têm para falar sobre dinheiro faz sentido para as pessoas que estudam o assunto do ponto de vista psicológico. Gustavo Carlo, um professor que dá aulas de comportamento e desenvolvimento infantil na Universidade do Missouri (EUA), é coautor de um estudo mostrando que os laços entre pais e filhos são prejudicados por preocupações com dinheiro. Os pais, por exemplo, sentem-se menos conectados aos filhos. O principal problema é a comunicação fraca entre as partes. &#8220;Se os pais, por exemplo, decidem dar para o filho algo que ele quer, isso não significa que a família está com uma situação financeira boa. Mas essa pode ser exatamente a mensagem que a criança recebe.&#8221;</p>
<p>Os pais, em geral, fazem um trabalho abaixo do ideal ao explicar quais são suas funções. &#8220;Os pais precisam conversar com os filhos, para que mal entendidos sejam minimizados&#8221;, diz Carlo.</p>
<p>Quando os pais tentam amenizar os problemas financeiros em casa, &#8220;eles não estão enganando ninguém, especialmente os filhos&#8221;, diz Susan Beacham, fundadora da Money Savvy Generation, uma companhia de Chicago (EUA) que desenvolve produtos que ensinam habilidades financeiras pessoais básicas para crianças em idade escolar.</p>
<p>Em seu livro infantil &#8220;Home Sweet Home&#8221;, que também tem como autoria Lynnette Khalfani Cox, uma criança enfrenta o fato de que sua família está com problemas financeiros e poderá perder a casa. Beacham baseou os infortúnios da personagem no que ela vê em seu trabalho: quando os pais escondem informações dos filhos, isso os torna &#8220;mais ansiosos, e não menos&#8221;.</p>
<p>A visão das crianças em relação ao dinheiro prova que os pais têm um longo caminho a percorrer em seus ensinamentos; 22% afirmam que um cofrinho é o melhor lugar para se guardar dinheiro quando se quer que ele aumente ao longo do tempo. Em outros exemplos, elas abraçam as variações modernas do mito de que o dinheiro cresce em árvores.</p>
<p>Stuart Ritter lembra que recentemente sua filha de seis anos disse que queria ter seu próprio cartão de crédito. Quando ele perguntou o motivo, ela respondeu de pronto: &#8220;Porque se eu tiver um cartão de crédito, posso entrar numa loja e comprar tudo o que eu quiser&#8221;.</p>
<p>Mesmo assim, os filhos em geral admiram os pais o suficiente para dar a eles notas maiores como guias financeiros do que os próprios pais se dão. 44% dos filhos dão aos pais um &#8220;A&#8221; (e, no geral, a nota &#8220;B+&#8221;), enquanto apenas 17% dos pais dão a si mesmos um &#8220;A&#8221; (e, no geral, a nota &#8220;B-&#8221;).</p>
<p>&#8220;É muito mais fácil dizer que não sabemos, quando na verdade podemos estar querendo dizer que não sabemos por onde começar&#8221;, diz Lule Demmissie, diretora-gerente de produtos de investimento e aposentadoria da TD Ameritrade. Em vez de fugir de questões difíceis ou financeiras, ela sugere que os pais usem a curiosidade dos filhos e transformem as dúvidas em uma aventura de aprendizado para todos.</p>
<p>Mesmo pais que possuem uma vida financeira estável mantêm, no entanto, crenças estranhas, constatou o estudo realizado pela T. Rowe Price. O número de pais que acreditam que a previdência pública estará disponível na presente forma quando seus filhos se aposentarem é de 26%. O número daqueles que acreditam que há vida em outros planetas? É mais que o dobro: 59%. - Tradução de Mario Zamarian</p>
<h6 style="text-align: right;">Do portal <a href="http://www.valor.com.br/financas/2662620/pesquisa-mostra-que-pais-enganam-os-filhos-quando-o-assunto-e-dinheiro" target="_blank">Valor Online</a></h6>
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		<title>Aplicação de baixo risco mais rentável ganha espaço</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma aplicação de renda fixa isenta de imposto de renda e de taxas de administração, e mais rentável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><img title="Segurança" src="http://exame1.abrilm.com.br/assets/pictures/51465/size_590_safety_net.jpg?1330713137" alt="" width="590" height="443" /><p class="wp-caption-text">Respeitados os limites do FGC, aplicação também oferece segurança</p></div>
<p>Uma aplicação de renda fixa isenta de imposto de renda e de taxas de administração, e mais rentável que a poupança e muitos CDBs. As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) ainda estão longe de serem consideradas populares, mas em época de juros baixos, Bolsa problemática, poupança menos rentável e maior dificuldade de conseguir rentabilidade, as LCIs podem ganhar espaço como alternativas interessantes de diversificação.</p>
<p>Corretoras que comercializam LCIs emitidas por diversas instituições financeiras dizem que a procura pelo produto vem crescendo. Na SLW, que oferece papéis de cinco bancos pequenos e médios, a procura aumentou cerca de 15% (em número de clientes) desde o início do ano. “Há dois tipos de clientes: o que está começando agora, com aportes menores, e não quer correr risco de Bolsa; e os clientes mais antigos, com patrimônio maior, e que já buscam corretoras que ofereçam esse tipo de produto”, diz Peter Weiss, sócio-diretor da corretora.</p>
<p>Por serem isentas de IR para o investidor pessoa física, as LCIs permitem ao aplicador visualizar com facilidade o seu retorno. A maioria dos papéis emitidos hoje é indexada ao DI, e costuma remunerar de 80% até 100% do CDI. Há também um bom estoque de LCIs prefixadas. De toda forma, o investidor já sabe que a rentabilidade indicada é de fato a que ele vai receber terminado o prazo do papel.</p>
<p>Emitidas por bancos, as LCIs têm como lastro os recebíveis imobiliários da instituição emissora, ou seja, os financiamentos de imóveis concedidos por ela. Assim como ocorre com os CDBs, o maior risco do investidor é a quebra do banco emissor, mas existe ainda a garantia adicional da alienação dos imóveis financiados. Também semelhante aos CDBs é ausência de taxas de administração, ao contrário do que ocorre com o Tesouro Direto e os fundos de renda fixa.</p>
<p>Considerada uma aplicação de baixo risco, o risco das LCIs, porém, não deve ser desprezado. Embora sejam emitidas por bancos tão sólidos quanto a Caixa Econômica Federal, as instituições que remuneram melhor são as de pequeno e médio porte, de baixa liquidez e mais suscetíveis aos solavancos da economia. Quanto mais alta a remuneração do papel, maior o risco, pois maior é a dificuldade do banco de captar recursos no mercado.</p>
<p>Para reduzir seu risco, o investidor deve atentar para outra característica da LCI comum aos CDBs e também à própria caderneta de poupança. Todas essas aplicações são garantidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) até 70.000 reais por CPF por instituição. Em caso de quebra do banco, portanto, o investidor terá direito a receber de volta tudo que tiver aplicado em determinado banco até o valor de 70.000 reais, ainda que com certa demora.</p>
<p>“Eu não aplicaria essa quantia em lugar nenhum. Se você aplica 70.000 reais, o que você ganha de rentabilidade até o banco quebrar fica de fora da cobertura, e você garante apenas o principal”, ressalva o economista e consultor financeiro Beto Veiga. Ele aconselha o investidor a aplicar até 65.000 reais em uma única instituição caso o prazo da LCI seja menor que um ano; 60.000 reais, se o prazo for de um ano; e 50.000 reais, se for maior que dois anos. Assim se garante o principal e a rentabilidade.</p>
<p>“Se o sujeito quiser investir 200.000 reais, por exemplo, ele tem que dividir entre os emissores”, orienta Eduardo Glitz, diretor de varejo da XP Investimentos. Para fazer isso, instituições como a própria XP e a SLW permitem ao investidor aplicar em LCIs de diversos emissores a partir de sua conta na corretora, sem necessidade de abrir contas em todos os bancos emissores. É o caminho mais prático para quem quer investir mais de 70.000 reais ou pulverizar bastante o risco.</p>
<h4>Falta de liquidez: um risco adicional</h4>
<p>A LCI é mais rentável que a caderneta de poupança mesmo para os investidores que quiserem fazer aportes menores. Aliás, além da isenção de IR, outra diferença da LCI para o CDB é que, até nos bancos grandes, essas aplicações são vantajosas. Se em um cenário de Selic de 8,5% ao ano ou menos a poupança renderá 70% da Selic, uma LCI que renda 80% do CDI – taxa considerada baixa para esse investimento – já está ganhando.</p>
<p>A ausência da cobrança de IR facilita a comparação entre as duas aplicações. Mas não se deve considerar as LCIs como substitutas da poupança, pois a elas falta uma característica crucial da aplicação mais popular do país: liquidez.</p>
<p>LCIs não têm liquidez alguma antes do vencimento, ao contrário da caderneta de poupança, que permite resgates a qualquer tempo. A boa notícia é que existem papéis de diversos prazos, de três meses a mais de um ano. Para quem se dispõe a estimar para quando vai precisar do dinheiro, é uma ótima alternativa às demais aplicações de renda fixa.</p>
<p>“Acho a LCI um produto bastante interessante. Com a queda dos juros, as pessoas começam a se lançar ao risco. É importante, porém, saber o risco que o produto tem e que se pode correr”, diz <a href="http://edufinanceira.org.br/jurandir-sell-macedo/" target="_blank">Jurandir Macedo</a>, professor da Universidade Federal de Santa Catarina e consultor de finanças pessoais do Itaú Unibanco.</p>
<p>Para o professor, a LCI só é interessante para quem tem praticamente certeza de que não vai precisar do dinheiro aplicado antes do vencimento. Pode ser usada para um objetivo de prazo mais longo, como a aposentadoria, ou outro propósito importante e bem definido. “Imagine que você vai precisar pagar as chaves do apartamento que você comprou na planta daqui a dois anos”, exemplifica. Em um caso como esse, o investidor inclusive acaba com a tentação de gastar aquele dinheiro antes do tempo.</p>
<h4>Diferentes formas de investir</h4>
<p><strong>Bancos grandes:</strong> Pode ser que o seu banco ofereça uma LCI de rentabilidade não tão alta e aplicação inicial elevada. Em compensação, existe a garantia de um banco sólido por trás. Na Caixa, por exemplo, a LCI de aplicação mais baixa requer um aporte de 50.000 reais e paga de 83% a 86% do CDI para prazos que variam de dois meses a mais de dois anos. Particularmente na Caixa é possível obter liquidez diária em uma LCI, desde que o investidor aceite receber apenas 83% do CDI como rentabilidade. Já o Santander oferece uma LCI mais interessante, com aplicação inicial de 30.000 reais e remuneração que chega a 88% do CDI após um ano.</p>
<p><strong>Corretoras tipo “shopping center financeiro”:</strong> nas corretoras que oferecem diferentes tipos de aplicações financeiras podem ser oferecidas LCIs de diversos bancos, de aporte bem baixo, voltadas para o pequeno investidor. A desvantagem é que essas instituições são pequenas e médias, apresentando, portanto, risco muito maior para o investidor. As vantagens são a alta rentabilidade e a possibilidade de aplicar em várias instituições diferentes a partir de uma única conta, sempre respeitando os limites do FGC.</p>
<p>Na XP Investimentos, por exemplo, as LCIs entregam uma rentabilidade na faixa de 90% a 95% do CDI para prazos de três, seis e 12 meses. As dos bancos Modal, Máxima e BVA aceitam aplicações a partir de 1.000 reais. A LCI emitida pela Brazilian Mortgages exige aplicação mínima de 30.000 reais. E a do Banco ABC, de 50.000 reais. Já na SLW são oferecidos papéis dos bancos ABC, Máxima, BVA, Ourinvest e Pine, com aplicação inicial a partir de 5.000 reais.</p>
<p><strong>LCI “direta”:</strong> assim como existe o investimento em CDB pela internet, já existe o investimento em LCI. O banco Sofisa oferece por meio de seu Sofisa Direto LCIs pré e pós-fixadas, de estoque limitado, mas ainda disponíveis. Entre as pós-fixadas, a remuneração vai de 91% a 94% do CDI, para prazos que vão de três meses a um ano. Já entre as prefixadas, a de prazo de seis meses paga uma taxa de juros líquida de 7,40%; a de um ano, de 7,45%; e a de dois anos, de 8,40%. Repare que as prefixadas precificam uma taxa de juro futura bem reduzida, o que ainda parece improvável aos olhos do mercado. Ainda assim, o investidor sabe quanto vai ganhar exatamente ao final do período, o que pode ser suficiente para seu objetivo. Com 1.000 reais já é possível investir.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do portal <a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/renda-fixa/noticias/aplicacao-de-baixo-risco-mais-rentavel-ganha-espaco?page=1&amp;slug_name=aplicacao-de-baixo-risco-mais-rentavel-ganha-espaco" target="_blank">EXAME Online</a></h6>
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		<title>A vida com juros baixos</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/a-vida-com-juros-baixos/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:09:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Até pouco tempo atrás, se alguém falasse que o Brasil estava prestes a se tornar um país com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Juros baixos" src="http://lh3.ggpht.com/_aBowxXa8aEo/StRe2LaiW8I/AAAAAAAAAR4/8BuHLnDeI8s/%5BUNSET%5D.jpg" alt="" width="210" height="210" /></p>
<p>Até pouco tempo atrás, se alguém falasse que o Brasil estava prestes a se tornar um país com juros civilizados, seria motivo de chacota. Dezoito anos após a implantação do Plano Real, que trouxe a estabilidade econômica, o Brasil parecia destinado a ser o eterno campeão mundial dos juros altos, um título jamais ameaçado por nenhum país nas últimas décadas – exceto, talvez, o Zimbábue, cuja inflação chegou a 231.000.000% em 2008. Mesmo com a inflação atual na faixa de 5,2% ao ano, o Brasil tem de conviver com taxas que passam de 400% em alguns cartões de crédito.</p>
<p>Agora, surgem sinais de que os juros também podem alcançar um patamar de Primeiro Mundo – ou, ao menos, semelhante ao de outros grandes países emergentes, como China, Índia e Rússia. Isso deverá trazer uma transformação profunda na vida dos indivíduos e das empresas. &#8220;É um ponto de inflexão na história brasileira&#8221;, diz o consultor e palestrante Stephen Kanitz. &#8220;Vai provocar uma tremenda mudança cultural no país.&#8221;</p>
<p>A queda dos juros é fruto de uma conjunção de fatores. O maior deles é a própria estabilidade. Sem ela, ainda estaríamos correndo para o supermercado no dia do pagamento do salário para comprar antes da remarcação dos preços. A atual crise global também deu sua contribuição para a virada. Com a desaceleração econômica, o Banco Central pôde promover seguidos cortes na taxa básica de juros, a Selic, usada como referência pelos bancos, sem risco de incentivar um aumento no consumo e alimentar reajustes de preços com impacto na inflação.</p>
<p>Hoje, a taxa básica está em 9% ao ano e, de acordo com a expectativa dos analistas, deverá baixar a 8,5% no final de maio, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o menor nível da história. Descontada a inflação, isso representará uma taxa real de 3,1% ao ano.</p>
<p>Se o corte alcançar 0,75 ponto, como apostam alguns, a taxa real cairia para 2,9% ao ano. E, considerando uma taxa Selic de 8% ao ano para 2012, como aponta o mercado futuro, e uma inflação projetada de 5,6% para os próximos 12 meses, como preveem os analistas, a taxa real cairia para 2,3% ao ano – muito perto dos 2% prometidos pela presidente Dilma Rousseff na campanha eleitoral de 2010. Há quem veja uma taxa básica na faixa de 6% ao ano no horizonte, como o banqueiro Luiz Cesar Fernandes, fundador do banco Pactual (hoje BTG Pactual) e presidente da Laep, a holding que controla a Parmalat e a Daslu.</p>
<p>Dilma iniciou uma controversa cruzada contra os juros altos cobrados pelos bancos e determinou ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal que reduzissem o custo do crédito. A iniciativa gerou um mal-estar com a Febraban, entidade que reúne os banqueiros do país, contornado com diplomacia depois de muito bate-boca pelos jornais. É certo que não se derrubam os juros no grito. É preciso mais que isso para chegar lá, como diminuir a tributação das instituições financeiras e os depósitos compulsórios recolhidos ao Banco Central sem nenhuma remuneração. Os resultados, porém, começaram a aparecer.</p>
<p>O último golpe foi mexer no rendimento da poupança. Pelas regras anteriores, seu rendimento espelhava a variação da Taxa Referencial (TR) mais 0,5% ao mês. Isso funcionava como um freio para uma queda maior da taxa de juro. Agora, os novos depósitos da poupança deixarão de ter ganho fixo sempre que a taxa for igual ou inferior a 8,5%. Nesse caso, eles serão corrigidos em 70% da variação da Selic no período de aplicação. Isso pode acontecer ainda neste mês, se as previsões se confirmarem.</p>
<p>As taxas do cheque especial, dos cartões de crédito e dos empréstimos já sofreram uma boa queda em quase todo o sistema financeiro. Ainda há espaço para novas reduções. Vários bancos privados não mexeram nos juros do crédito e talvez ainda levem algum tempo para fazê-lo. Mas ninguém duvida de que o Brasil está deixando para trás os tempos dos juros nas alturas.</p>
<p>A queda nas taxas está provocando mudanças em todos os investimentos. Aplicações que garantiam ganhos de 10% ou 12% ao ano recentemente sem correr praticamente nenhum risco agora estão perdendo fôlego. Quem quiser ganhar um pouco mais terá de se arriscar na Bolsa ou mesmo no mundo dos negócios.</p>
<p>Assustados com o novo cenário e a perspectiva de novos cortes, muitos investidores estão promovendo ajustes em seus portfólios de forma intempestiva, sem se dar conta das consequências de seus movimentos. &#8220;As pessoas terão de se aperfeiçoar em termos de educação financeira&#8221;, diz Osvaldo do Nascimento, diretor executivo de investimentos e de previdência do Itaú Unibanco. Mas não há razão para atropelos. &#8220;A adaptação tem de ser gradual, para que as pessoas não cometam equívocos.&#8221;</p>
<p>Com uma boa orientação, é possível tirar o melhor dessa nova era. &#8220;A queda dos juros deve abrir inúmeras possibilidades para a economia e para cada brasileiro&#8221;, afirma Joaquim Levy, presidente da Bram, empresa de gestão de recursos do Bradesco, e ex-secretário do Tesouro Nacional.</p>
<h6 style="text-align: right;">Da revista <a href="http://revistaepoca.globo.com/" target="_blank">ÉPOCA</a></h6>
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		<title>Como escolher um bom cartão para a sua viagem</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/como-escolher-um-bom-cartao-para-a-sua-viagem/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 20:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Previsto inicialmente para fechar o ano entre 1,70 e 1,80 real, o dólar comercial fechou a 1,96 real [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Previsto inicialmente para fechar o ano entre 1,70 e 1,80 real, o dólar comercial fechou a 1,96 real nesta quinta-feira, acumulando alta de 3,50% no mês e 4,39% no ano. Para quem vai viajar para o exterior e está de olho no dólar turismo, a taxa fechou a 2,02 reais. Essa alta recente pode preocupar quem tem viagens planejadas para fora do Brasil, mas, para especialistas, é melhor não tentar adivinhar o câmbio futuro, mas se planejar para o pior.</p>
<p>Na hora de ir para o exterior, o viajante tem a opção de comprar papel-moeda, cheques de viagem ou cartões pré-carregados em moeda estrangeira (pré-pagos), ou então de levar um cartão de débito ou de crédito com função internacional. Hoje em dia não é mais necessário – nem seguro – andar pelo mundo com grandes somas de dinheiro vivo no bolso. Por isso, especialistas aconselham a comprar apenas a quantidade de moeda necessária para os pequenos gastos do dia a dia, distribuindo os demais pagamentos pelos demais produtos.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Cartões" src="http://exame3.abrilm.com.br/assets/pictures/53702/size_590_?1333393929" alt="" width="590" height="443" /></p>
<h4>Diferentes conceitos</h4>
<p>Mas qual a indicação de cada alternativa? Em primeiro lugar, o viajante precisa conhecer o conceito de cada um. Basicamente as diferenças entre eles estão no dia de fixação do câmbio – hoje, no ato da compra ou no dia de vencimento da fatura –, no tipo de cotação usada – se câmbio turismo ou uma cotação mais vantajosa – e na cobrança de IOF. Todos são seguros em caso de perda ou roubo, mas é bem verdade que o extravio de cartões de crédito ou débito podem dar mais dor de cabeça, pois a reposição não será imediata.</p>
<p>Os cartões pré-pagos são substitutos mais práticos e mais seguros aos cheques de viagem e fixam o câmbio do dia da aquisição. O viajante compra a moeda estrangeira, que é carregada no cartão pela cotação turismo do dia. O IOF incidente na operação é de 0,38%, e o cartão pode ser cancelado e substituído em caso de roubo ou perda.</p>
<p>O cartão de débito internacional, assim como o pré-pago, pode ser usado para saques e na função débito no câmbio turismo, e a cobrança de IOF também é de 0,38%. A diferença é que o câmbio é o do dia da transação – do pagamento – e a tarifa para saque pode ser mais cara, dependendo do seu relacionamento com o banco emissor do cartão. O limite para pagamentos internacionais costuma ser mais baixo que o do cartão de crédito.</p>
<p>Já com o cartão de crédito internacional, é o câmbio do dia de pagamento da fatura que conta, e o IOF cobrado é de 6,38%. A cotação, no entanto, pode ser mais vantajosa que a cotação turismo, dependendo do banco emissor do cartão. Além disso, cartões de crédito rendem milhas e contam com seguro-viagem, obrigatório em certos países.</p>
<p>Ao fixar o câmbio de hoje, o viajante se protege das oscilações futuras da moeda; em contrapartida, ao correr mais risco pagando o câmbio do futuro, existe a chance de pegar uma cotação melhor, se a moeda estrangeira desvalorizar. Para o especialista em finanças pessoais André Massaro, da consultoria MoneyFit, o ideal é que os gastos planejados, aqueles que certamente irão ocorrer, devem ser garantidos pelo câmbio de hoje, com a compra antecipada de moeda.</p>
<p>“O melhor é comprar o máximo de moeda o quanto antes, preferencialmente por meio do cartão pré-pago, pela questão da segurança”, diz Massaro. Na opinião dele, os cartões de débito e de crédito devem ser usados apenas para emergência ou para pagamentos imprevistos, que fujam ao orçamento inicialmente fixado. “Vai que você encontra o sapato dos seus sonhos. Aí você usa o cartão de crédito. Não compre moeda a mais para os gastos imprevistos para não voltar com moeda que você pode não usar de novo tão cedo”, explica.</p>
<p>Essa é a mesma opinião de Sidnei Moura Nehme, diretor executivo da NGO Corretora, especializada em operações de câmbio no mercado financeiro. Perguntado sobre o que faria se estivesse planejando uma viagem ao exterior hoje, Nehme diz que preferiria um cartão pré-pago, para já garantir o câmbio de agora e contar com a segurança contra perda e roubo. “Até porque, eu acredito que o câmbio vai subir mais ainda. As expectativas em relação à crise mudaram: a crise é maior do que se imaginava. E isso deve se reverter em fluxos menores de moeda estrangeira para o Brasil”, observa o economista.</p>
<p>Se você vai viajar para um país onde o dólar, a libra ou o euro não sejam a moeda corrente, e cuja moeda ainda não esteja disponível em cartão pré-pago, André Massaro aconselha a levar um cartão pré-carregado em dólar e sacar no local, fazendo a conversão na hora, mediante o pagamento de tarifa. É uma maneira de se proteger contra uma moeda fraca. “Assim é mais seguro, para você não correr o risco de voltar com um ‘mico’ na mão. É preferível viajar com uma moeda forte”, diz Massaro, usando o jargão do mercado que se refere às aplicações de pouca liquidez e alta volatilidade.</p>
<p>Dependendo do país de destino, também é possível fazer saques e pagamentos com seu cartão de débito e de crédito, sem necessidade de fazer duas conversões e pagar um percentual em cima do valor convertido, o que pode sair mais barato mesmo com tarifas de saque mais altas. Em alguns países da América Latina, o dólar e o real são aceitos diretamente, como na Argentina.</p>
<h4>Os prós e os contras de cada cartão</h4>
<h4>Cartões pré-pagos</h4>
<p>Existem hoje três modalidades de cartões pré-pagos: o Visa Travel Money (VTM) (aceito na rede Plus), o MasterCard Cash Passport (aceito na rede Cirrus/Maestro) e o American Express GlobalTravel Card (aceito na rede Amex). Todos permitem saques e pagamentos na função débito no exterior. Dependendo do banco emissor, pode ser possível recarregar pela internet ou por telefone e até fazer compras pela internet. Todos os cartões podem ser carregados em dólar, libra ou euro. O VTM, adicionalmente, pode ser carregado em rand, peso argentino, peso chileno, peso boliviano, dólares australiano, canadense e neozelandês, francos suíços e ienes.</p>
<p><strong>Onde adquirir:</strong></p>
<p>VTM – Banco Rendimento, Banco Schahin, Banco do Brasil, Banco Confidence (permite compras pela Internet), Banco Cruzeiro do Sul (oferece versão multimoedas, com até 11 moedas), Bradesco e casas de câmbio afiliadas dos bancos.<br />
MasterCard Cash Passport – casas de câmbio Travelex e Banrisul (é uma modalidade específica, o MasterCard Travel Card).<br />
Amex GlobalTravel Card – Bradesco (compra online pela internet), HSBC (recargas por telefone), Itaú (recargas pela internet) e Safra (recargas por telefone ou internet).</p>
<p>Tarifas:<br />
Emissão e recarga – pode ou não existir, dependendo do emissor. Prefira um emissor que não cobre essa tarifa, pois ela pode ser bastante alta.<br />
Pagamentos na função débito – não há.<br />
Saques – 2,50 na moeda em que o cartão foi carregado, para todas as bandeiras. A exceção é o cartão carregado em libra da Amex, em que a cobrança é de 1,75 libra. Além dessas tarifas fixas, pode haver cobrança de tarifa do caixa eletrônico em que é feito o saque.<br />
Inatividade por mais de seis meses – apenas para o MasterCard Cash Passport, de 2,50 dólares ou euros ou 1,70 libra.<br />
Saque em moeda diferente do cartão – para o VTM, depende do emissor; no caso do MasterCard Cash Passport, acréscimo de 5,5% na cotação fornecida pela MasterCard no dia da transação; para o Amex GlobalTravel Card, o acréscimo é de 3% do valor convertido.</p>
<p>Limites:<br />
VTM – o saldo máximo e o limite para saques varia de acordo com o emissor, mas esses valores são semelhantes aos limites dos cartões das outras bandeiras. No banco Rendimento, por exemplo, o saldo máximo é de 20.000 dólares ou euros.<br />
MasterCard Cash Passport – 12.000 libras, 17.000 euros ou 20.000 dólares (saldo máximo); 600 libras, 800 euros e 1000 dólares (saques, mas podem variar de acordo com o ATM).<br />
Amex GlobalTravel Card &#8211; 12.000 libras, 17.000 euros ou 20.000 dólares (saldo máximo); 600 libras, 800 euros e 1000 dólares (saques, mas podem variar de acordo com o ATM).</p>
<p>Prós: Permitem ao viajante fixar o câmbio de hoje, ideal para quem acha que a moeda estrangeira pode se valorizar e para se proteger de altas futuras. O IOF cobrado é o menor possível, de 0,38%. Praticidade para carregar e segurança, que permite cancelamento e rápida reposição em caso de perda ou roubo. Embora seja tarifado, o saque em moeda estrangeira lá fora é mais barato que o saque com cartões de débito e crédito. Permite ao viajante sacar em moeda diferente daquela carregada no cartão, ideal para quem vai viajar para um país de moeda fraca ou difícil de comercializar. Um cartão multimoedas permite viajar para vários países de moedas diferentes com um mesmo cartão.</p>
<p>Contras: a moeda é adquirida pela cotação turismo, que costuma figurar entre as mais caras. Se a moeda desvalorizar ao longo do tempo, o viajante terá perdido a oportunidade de aproveitar um câmbio mais em conta. As recargas posteriores só podem ser feitas na mesma corretora de câmbio.</p>
<p>Cuidados: Prefira emissores que não cobrem tarifas de carga ou recarga e pesquise os custos das tarifas em diferentes emissores, pois pode haver variação de um para o outro. Evite fazer saques com muita frequência no exterior, pois essa operação é tarifada. Se você não é um viajante frequente, evite os cartões com taxa de inatividade, a menos que o cartão seja devolvido à corretora finda a viagem.</p>
<h4>Cartões de débito</h4>
<p>Os cartões de débito internacionais funcionam no exterior da mesma forma que aqui. Nem todos os bancos oferecem essa modalidade, e mesmo que ofereçam, pode ser só para alguns tipos de clientes. É apurado o câmbio do dia do saque ou do pagamento. Os cartões Visa funcionam na rede Plus, os MasterCard na rede Cirrus/Maestro, e os American Express na rede Amex.</p>
<p>Emissores: entre os grandes bancos, oferecem cartão de débito internacional o Banco do Brasil, o Bradesco, o HSBC (para todos os clientes), o Santander (para todos os clientes) e o Itaú. A Caixa não oferece a modalidade.</p>
<p>Tarifa para saque: 7,90 reais (Bradesco); 9 reais (Itaú); 11 reais (HSBC); 12 reais (BB); 13,50 reais (Santander). Pode haver outras taxas dependendo do caixa eletrônico utilizado. De acordo com a MasterCard, os cartões de débito emitidos por ela não cobram tarifa de saque.</p>
<p>Prós: A cotação sendo a do dia da transação, se tiver havido desvalorização da moeda ao longo do tempo, o viajante contará com um câmbio mais vantajoso que aquele anterior à viagem. O IOF é de 0,38%, o menor possível. Dependendo do tipo de conta corrente do cliente, pode não haver cobrança de tarifa para saque. Alguns bancos oferecem cotações mais vantajosas para o cliente do que o câmbio turismo do dia.</p>
<p>Contras: é normalmente usada a cotação turismo, que costuma ser uma das mais elevadas praticadas no mercado. A tarifa para saque, quando cobrada, é bastante alta em comparação aos pré-pagos. Se houver valorização da moeda estrangeira com o tempo, o viajante pagará mais caro do que poderia ter pago antes de deixar o Brasil. O cartão pode não funcionar em alguns caixas eletrônicos, e o limite para pagamentos e saques pode ser baixo. Em caso de perda ou roubo, o transtorno pode ser bem maior, por se tratar do seu cartão costumeiro de banco. A reposição costuma ser demorada, e você não vai vê-lo de novo durante a viagem.</p>
<p>Cuidados: evite efetuar saques com o cartão de débito, a menos que você seja isento de tarifa. Informe-se junto ao seu banco sobre o tipo de cotação utilizada, se é a cotação turismo, ou se para você a instituição oferece um preço mais em conta. Não conte apenas com esse cartão durante a viagem, e cuidado ao transportá-lo para evitar extravio. Sempre avise ao seu banco sobre a sua viagem, para que o cartão não seja bloqueado quando você tentar usá-lo fora do Brasil.</p>
<h4>Cartões de crédito</h4>
<p>Pagamentos feitos no cartão de crédito internacional estão sujeitos ao câmbio do dia do pagamento da fatura. É possível fazer saques em moeda estrangeira também, mas estes são invariavelmente tarifados.</p>
<p>Tarifas para saque nos maiores bancos: 7,90 reais (Bradesco); 8 reais (HSBC); 12 reais (Caixa); 12 reais (BB); 15 reais (Santander); 20 reais (Itaú).</p>
<p>Prós: cartões de crédito internacionais costumam ter limites mais altos que os cartões de débito e permitem compras pela internet. São melhores para compras de valores altos e imprevistos. Se houver queda na cotação da moeda estrangeira ao longo do tempo, o viajante pagará menos na hora de quitar a fatura do que teria pago antes da viagem. Esses cartões também dispõem, geralmente, de seguro-viagem – muito vantajoso mesmo quando não é obrigatório –, assistências internacionais e permitem o acúmulo de milhas. O câmbio oferecido pelo seu banco pode sair mais em conta do que o câmbio turismo.</p>
<p>Contras: Há a cobrança de 6,38% de IOF no ato do pagamento. Embora essa cobrança seja apontada como o grande vilão do cartão de crédito, se a cotação para o cartão de crédito for mais barata do que nas demais modalidades de cartão, o efeito do IOF pode ser até anulado. As tarifas para saque também são elevadas. Se a moeda estrangeira se valorizar, o viajante receberá uma facada no bolso na hora de pagar a fatura. Em caso de perda ou roubo, a reposição pode ser demorada.</p>
<p>Cuidados: Evite efetuar saques e prefira o cartão de crédito apenas se a cotação oferecida pelo seu banco sair mais em conta do que o câmbio turismo do dia (se a alternativa for o débito) ou do que o câmbio turismo da data de aquisição do pré-pago. Avise ao seu banco antes de viajar para evitar bloqueios, e cuidado ao transportar seu cartão, pois o extravio pode trazer boas dores de cabeça.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do <a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/cambio/noticias/proteja-se-da-alta-do-dolar-ao-viajar?page=1&amp;slug_name=proteja-se-da-alta-do-dolar-ao-viajar" target="_blank">Portal EXAME</a></h6>
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		<item>
		<title>Brasileiro pode passar de devedor para investidor</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/brasileiro-pode-passar-de-devedor-para-investidor/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 18:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Sair da situação de devedor para investidor é o sonho de uma boa parte dos brasileiros. O primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sair da situação de devedor para investidor é o sonho de uma boa parte dos brasileiros. O primeiro passo para isso é a pessoa ter consciência real da situação financeira na qual se encontra. Em seguida, é fundamental falar sobre dinheiro com a família.</p>
<p>&#8221;É preciso dedicar um tempo para o dinheiro, ou seja, para discutir sobre ele&#8221;, disse o professor da Universidade Federal de Santa Catarina e consultor de finanças pessoais do banco Itaú, <a href="http://edufinanceira.org.br/jurandir-sell-macedo/" target="_blank">Jurandir Macedo</a>. A dica dele é verificar onde é possível cortar gastos, o que não significa economizar para estragar a vida, tirar o supérfluo e confundir economia com mesquinharia. A saída é tirar os desperdícios como fechar uma torneira ligada, desligar a tevê quando não estiver assistindo, não comprar roupas que não vai usar e não deixar luzes acesas, entre outras coisas.</p>
<p>Segundo ele, também há uma grande diferença entre gastar para ter status social e para ter prazer. &#8221;O dinheiro gasto para ter prazer dá muito mais retorno&#8221;, disse. Ele recomenda que as pessoas cuidem com os gastos apenas por status que geralmente ocorrem em função de alguém com quem se quer comparar.</p>
<p>Macedo, que também é doutor em finanças comportamentais, disse que o brasileiro &#8221;melhorou o nível de riqueza mas não o de felicidade&#8221;. Ele citou que há estudos que apontam que depois que a renda chega a US$ 50 mil por ano não há muita relação entre o dinheiro e a felicidade. &#8221;Até a pessoa atingir US$ 50 mil percebe-se diferenças nesta relação entre as duas coisas. Depois fica estável&#8221;, destacou.</p>
<p>Ele explicou ainda que não adianta culpar o banco pelo endividamento que, na verdade, é resultado de escolhas erradas. &#8221;Se o salário é baixo, troque de emprego&#8221;, reforçou. Macedo disse que, com organização, mesmo quem ganha pouco pode ser investidor.</p>
<p>A dica para passar do grau de endividado para poupador é primeiro encarar receitas e despesas, o que pode ser feito através de anotações em um simples caderno ou por meio de planilhas eletrônicas. O outro passo é sanar primeiro as dívidas que possuem juros maiores como cartão de crédito e cheque especial. É recomendado até utilizar recursos que têm juros menores como o crédito consignado e um refinanciamento do próprio carro, por exemplo.</p>
<p>Deixar de ser devedor, segundo ele, é readequar despesas. &#8221;A pessoa endividada consome menos&#8221;, disse. A pessoa não pode gastar mais do que ganha. Segundo ele, um grande problema é que o ser humano foi ensinado a consumir o mais rápido e a maior quantidade possível.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do portal <a href="http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--3709-20120425" target="_blank">Folha Web</a></h6>
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		<title>Vai investir no Tesouro Direto? Esclareça suas dúvidas antes</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/vai-investir-no-tesouro-direto-esclareca-suas-duvidas-antes/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>

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		<description><![CDATA[O investimento em títulos públicos, por meio do programa Tesouro Direto, cresceu de forma importante nos últimos anos. De acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_cphContent_ctl03_pnlNewsHotWords">
<div id="HOTWordsTxt">
<p><img class="alignleft" src="http://manager.novinvest.com.br/repositorio/repositorio_2012181_16263.png" alt="" width="196" height="166" />O investimento em títulos públicos, por meio do programa <a href="http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2421852">Tesouro Direto</a>, cresceu de forma importante nos últimos anos. De acordo com dados do próprio Tesouro Nacional, de dezembro de 2005 até março deste ano, o número de investidores já aumentou quase seis vezes, de 49,5 mil para 292,2 mil &#8211; o programa existe desde 2002.</p>
<p>Ao mesmo tempo, muitos investidores ainda têm dúvidas em relação a este tipo de aplicação. A gerente adjunta de relacionamento institucional do Tesouro Nacional, Flávia Barbosa, explica que o Tesouro não possui dados tabulados sobre as principais perguntas que chegam na caixa do “Fale Conosco”, mas que as questões operacionais ainda são maioria. “Recebemos muitas dúvidas em relação a aspectos operacionais do programa. Questões como senhas, cadastro, como fazer a compra do título”, afirma.</p>
<p>Perguntas gerais, sobre o que é o programa <a href="http://www.infomoney.com.br/tesouro-direto/noticia/2425930-vai+investir+tesouro+direto+esclareca+suas+duvidas+antes#" rel="nofollow">Tesouro Direto</a>, também costumam aparecer com certa frequência. “As pessoas ouvem falar, leem alguma matéria a respeito ou então assistem alguma reportagem e acabam pedindo mais informações”, ressalta Fávia.</p>
<p>Além disso, os cálculos da rentabilidade e a oscilação diária dos títulos ainda provocam muitas dúvidas entre os aplicadores. “A marcação a mercado aparece sempre entre as perguntas”, afirma Flávia (veja a explicação para isto abaixo).</p>
<p>Para solucionar os principais questionamentos dos investidores, o programa conta com uma seção com respostas para as perguntas mais freqüentes. Confira abaixo algumas perguntas e respostas do Tesouro para os investidores*:</p>
<p><strong>Quem pode comprar títulos no Tesouro Direto?<br />
</strong>De acordo com o Tesouro Nacional, podem comprar os títulos t odos os residentes no Brasil que CPF (Cadastro de Pessoa Física) e sejam cadastrados em alguma das Instituições Financeiras habilitadas a operar no Tesouro Direto.</p>
<p><strong>Como comprar títulos no Tesouro Direto?</strong><br />
Para comprar os títulos o investidor deve se cadastrar por meio de um agente de custódia &#8211; que pode ser uma Corretora de Valores, Banco Comercial, Múltiplo ou de Investimento e Distribuidora de Valores.</p>
<p>Após o cadastro, o investidor recebe uma senha, via correio eletrônico, que permite o acesso à área exclusiva do Tesouro Direto e já pode comprar os títulos. Além disso, alguns Agentes de Custódia também possibilitam a aquisição de títulos diretamente em seus sites, mediante integração com o site do Tesouro Direto.</p>
<p>É importante lembrar que é possível comprar, no mínimo 0,2 título (aproximadamente R$ 100,00) e no máximo R$ 400.000,00 por mês. Basta escolher, dentre os títulos que estiverem disponíveis para compra, aquele que mais lhe interessa.</p>
<p><strong>Como posso alterar a minha senha e o meu endereço de correio eletrônico?<br />
</strong>A senha e o seu endereço de correio eletrônico podem ser alterados na área exclusiva do Tesouro Direto. Basta clicar em “Dados Cadastrais”, informar a senha <a href="http://www.infomoney.com.br/tesouro-direto/noticia/2425930-vai+investir+tesouro+direto+esclareca+suas+duvidas+antes#" rel="nofollow">atual</a> e a nova senha. “Para confirmar a alteração, digite outra vez a nova senha e clique em ‘Alterar’”, explica o site.</p>
<p><strong>Há cobranças de taxas?<br />
</strong>O Tesouro explica que são cobradas 3 taxas dos investidores. No momento da compra do título, é cobrada uma taxa de negociação de 0,10% sobre o valor da operação. Há também uma taxa de custódia da BM&amp;FBovespa de 0,30% ao ano sobre o valor dos títulos, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos, que é cobrada semestralmente.</p>
<p>Os agentes de custódia também cobram taxas, que podem ser visualizadas no site do Tesouro Direto. “O investidor deve confirmá-las no momento da contratação”, ressalta o Tesouro.</p>
<p>Assim, no momento da operação de compra o investidor pagará o valor da transação, mais 0,10% sobre o valor da transação (taxa de negociação BM&amp;FBovespa) mais a taxa do agente de custódia referente ao primeiro ano de custódia. Caso o título tenha vencimento inferior a um ano, a taxa do agente de custódia será proporcional ao prazo do título.</p>
<p><strong>Por que há variações nos valores em meu saldo?<br />
</strong>Em relação à oscilação diária no valor dos títulos, o Tesouro lembra que eles são marcados a mercado. “Os seus preços para efeito de registro (extrato) e de revenda refletem sempre os preços pelos quais títulos idênticos estão sendo efetivamente negociados em mercado num determinado momento.</p>
<p>É importante lembrar que o preço dos títulos é determinado matematicamente em função da taxa de juros e da quantidade de dias úteis até seu vencimento. “Ocorre que as taxas de juros dos títulos variam no mercado ao longo do tempo. Em um mesmo dia, em dois momentos diferentes, um título pode ser negociado a taxas diferentes e, por conseguinte, a preços diferentes. Dessa forma, os preços dos títulos estão sempre mudando, seja pela ação do tempo ou das mudanças nas taxas de juros”, explica o Tesouro Nacional.</p>
<p>No entanto, a rentabilidade negociada no momento da compra é garantida pelo Tesouro, desde que o investidor mantenha o título em carteira até seu vencimento. “A posição constante do extrato reflete os preços vigentes em mercado, sendo referência para os investidores que desejam revender os papéis ao Tesouro Nacional antes do vencimento”, conclui o texto do site.</p>
<p>O site do Tesouro Direto ressalta ainda que o investidor pode consultar, 24 horas por dia, 7 dias por semana, o seu saldo e extrato de títulos atualizados. É só entrar na área exclusiva do Tesouro Direto, e clicar na opção &#8220;Consultas&#8221; &#8211; &#8220;Saldo&#8221; ou &#8220;Consultas&#8221; &#8211; &#8220;Extrato&#8221;. Além disso, no último dia do mês, a CBLC lhe enviará, por meio de correio eletrônico, um extrato contendo o seu saldo de títulos e as movimentações realizadas durante o mês.</p>
<p>* Perguntas e respostas retiradas do site do Tesouro Direto, no link:<a href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/faq.asp" target="_blank"> http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/faq.asp</a></p>
<h6 style="text-align: right;">Do portal <a href="http://www.infomoney.com.br/tesouro-direto/noticia/2425930-vai+investir+tesouro+direto+esclareca+suas+duvidas+antes" target="_blank">Infomoney</a></h6>
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		<title>Não entregou o IR? Saiba o que fazer</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 09:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem não entregou a declaração do Imposto de Renda 2012 até as 23h59 da última segunda-feira não está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 274px"><img class="     " src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/52/i5/gw/52i5gwhq0uy4cdidtof7w07yx.jpg" alt="" width="264" height="199" /><p class="wp-caption-text">Valor da multa e instruções de pagamento aparecerão com o recibo da declaração atrasada</p></div>
<p>Quem não entregou a declaração do Imposto de Renda 2012 até as 23h59 da última segunda-feira não está livre de prestar suas contas ao fisco. É preciso preencher o formulário do mesmo jeito. A diferença é que terá que pagar uma multa de 1% do valor do imposto devido por mês de atraso. A multa mínima é de R$ 165,74 e a máxima é de 20% do imposto a ser pago. Além de arcar com a multa por atraso, o contribuinte que tiver saldo do imposto a pagar também terá que desembolsar mais dinheiro de multa e juros, pois o pagamento total (ou da primeira parcela, para quem dividir) também era até 30 de abril.</p>
<p>O procedimento da declaração é o mesmo. O contribuinte deve <a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaFisica/IRPF/2012/declaracao/download-programas.htm" target="_blank">baixar o programa da Receita Federal</a> e preencher o formulário. <a href="http://www.superdownloads.com.br/download/78/irpf-%28imposto-renda-pessoa-fisica%29/">Baixe aqui o programa.</a></p>
<p>Assim que o prazo regular de entrega da declaração termina, a Recita Federa atualiza o programa para que as declarações enviadas a partir daquele momento sejam reconhecidas como atrasadas.</p>
<p>Na hora de enviar o documento, o valor da multa e os procedimentos para quitá-la aparecerão juntamente com o recibo da entrega, em uma Notificação de Lançamento da multa, explica Eliana Lopes, especialista de imposto de renda (IR) da H&amp;R Block. &#8220;A página gerada pelo programa da Receita terá todas as instruções e a explicação do cálculo do valor da cobrança,&#8221; afirma.</p>
<p>O contribuinte tem o prazo de 45 dias, a partir da entrega em atraso, para efetuar o pagamento da multa. Se a taxa não for paga até o vencimento, haverá incidência de juros de mora (com base na taxa Selic).</p>
<p>Para as declarações com direito a restituição, caso a <a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaFisica/IRPF/2012/declaracao/multa-atraso-entrega.htm" target="_blank">Multa por Atraso na Entrega da Declaração</a>(Maed) não seja paga dentro do vencimento estabelecido na notificação de lançamento, ela será deduzida, juntamente com os respectivos acréscimos legais, do valor do imposto a ser restituído, informa a Receita Federal.</p>
<p>É obrigada a declarar, ainda que em atraso, qualquer pessoa que tenha recebido rendimentos tributáveis cuja soma anual tenha sido superior a R$ 23.499,15 ou rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte com valor maior que R$ 40 mil.</p>
<p>A declaração também é obrigatória para quem teve ganho de capital na compra ou venda de imóveis, por exemplo, ou realizou operações em bolsa de valores.</p>
<p>Antes de preencher o formulário, o contribuinte deve <a href="http://economia.ig.com.br/financas/impostoderenda/como-se-organizar-para-a-declaracao-do-imposto-de-renda/n1597582567706.html"><strong>reunir os documentos exigidos pela Receita</strong> </a>. Comprovantes de pagamento de plano de saúde, mensalidade escolar e outros recibos precisam ser separados antes de começar a declarar o imposto. Ao colocar as informações no formulário, <a href="http://economia.ig.com.br/financas/2012-04-19/evite-os-erros-mais-comuns-na-declaracao-do-ir.html"><strong>tome cuidado para não cometer erros</strong> </a>. Caso o Fisco identifique informações incorretas, o contribuinte pode cair na malha fina.</p>
<p>A Receita deve liberar a consulta à malha fina em maio, e as primeiras restituições começam em 15 de junho e depois continuam todo dia 15 de cada mês, até dezembro.</p>
<p>Para quem tiver direito à restituição, a Receita Federal programou os pagamentos para os meses de junho a dezembro. O primeiro lote está previsTo para 15 de junho e o último para 17 de dezembro. Na primeira leva de restituição estão os idosos, seguidos por aqueles que declararam e não tiveram nenhuma pendência apontada pelo Fisco.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do portal <a href="http://economia.ig.com.br/financas/2012-05-01/nao-entregou-o-ir-saiba-o-que-fazer.html" target="_blank">iG Economia</a></h6>
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		<title>Crianças ensinam &#8216;marmanjos&#8217; a dar os primeiros passos na bolsa</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/criancas-ensinam-marmanjos-a-dar-os-primeiros-passos-na-bolsa/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 17:49:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Gustavo Arruda Macedo investe na bolsa de valores há sete anos. Nada de extraordinário, não fosse o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 302px"><img class="    " title="Jovens na BM&amp;FBovespa" src="http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/12/05/foto08inv-101-aprendiz-d3.jpg" alt="" width="292" height="200" /><p class="wp-caption-text">Jovens visitam a BM&amp;F Bovespa, em São Paulo</p></div>
<p>Gustavo Arruda Macedo investe na bolsa de valores há sete anos. Nada de extraordinário, não fosse o fato de que ele tem hoje apenas 15 anos de idade. Nesse período, conta, foi a três reuniões de executivos de empresas com analistas e investidores, as chamadas &#8220;Apimecs&#8221;. &#8220;Gosto de ir porque me sinto importante&#8221;, afirma. &#8220;Não entendo todos os assuntos discutidos, mas compreendo na medida do possível&#8221;, admite. Na primeira vez, o estudante tinha apenas oito anos de idade. &#8220;Lembro que todos os homens estavam de terno e eu quis comprar um terno também&#8221;, brinca.</p>
<p>Há pouco mais de duas mil crianças com até 15 anos com investimentos na bolsa de valores, segundo dados mais recentes da BM&amp;FBovespa. As contas das crianças nas corretoras são geralmente abertas pelos pais com os dados dos filhos. As perguntas que os pais comumente fazem são: será que o lugar do meu filho é mesmo em frente a uma tela de computador, observando a rentabilidade de seu portfólio? Ele não deveria estar em um parque de diversões ou jogando videogame? Como posso ensiná-lo a investir?</p>
<p><a href="http://edufinanceira.org.br/celina-macedo/" target="_blank">Celina Arruda Macedo</a>, especialista em finanças, autora do livro &#8220;Filhos: seu melhor investimento&#8221; (Elsevier Editora) e mãe do Gustavo, explica que o contato com os investimentos desde cedo pode ser benéfico. &#8220;É necessário que a criança aprenda a lidar com o dinheiro&#8221;, afirma. &#8220;Quando os pais ensinam aos poucos como investir, ela aprende a poupar. Pode ser pensando na aposentadoria, na faculdade ou em uma viagem ao exterior. Não importa. No longo prazo, a bolsa funciona muito bem&#8221;.</p>
<p>Celina relata que nos Estados Unidos é comum os pais comprarem ações para os filhos. E eles, após determinada idade, em muitos casos começam a tomar decisões de investimentos por iniciativa própria. &#8220;Nessa etapa, os pais devem orientar, esclarecendo, por exemplo, os riscos da renda variável e perguntar que empresas a criança admira, ou seja, quais ações ela gostaria de comprar&#8221;, explica.</p>
<p>No Brasil, o mercado acionário não é tão popular quanto nos EUA, de forma que é também pouco difundido entre crianças e adolescentes. Mas isso pode mudar. &#8220;A alta volatilidade do Índice Bovespa nos últimos anos deve reduzir o ritmo de crescimento das pessoas físicas na bolsa. Mesmo assim, acredito que a tendência é de aumento da participação infanto-juvenil entre os investidores, até como reflexo das muitas ações de educação financeira voltadas para o público infantil, incluindo algumas da própria BM&amp;FBovespa&#8221;, afirma Álvaro Modernell, especialista em educação financeira e membro do Grupo de Apoio Pedagógico na formulação da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), uma iniciativa do governo federal.</p>
<p>Gustavo Arruda Macedo acumulou R$ 15 mil ao direcionar de maneira rotineira parte da mesada à bolsa de valores. Ele revela que sempre foi poupador ou &#8220;dinheirista&#8221;, em suas palavras. &#8220;Quando era pequeno, era bem &#8216;dinheirista&#8217;, era chamado de pão-duro, porque não gostava de gastar&#8221;, conta. &#8220;Lembro de uma vez em que fomos à padaria e minha mãe não tinha dinheiro. Emprestei para ela, mas avisei que teria de pagar juros&#8221;, brinca.</p>
<p>Gustavo também lembra em tom bem-humorado que, desde que se conhece por gente, tem um objetivo de vida: ter mais dinheiro que sua irmã, que também investe em ações desde cedo. &#8220;Meus pais perguntaram que ações queríamos comprar. Eu sempre gostei de bancos, por isso comprei papéis de uma grande instituição financeira, enquanto minha irmã escolheu uma empresa de alimentos, porque gostava dos produtos fabricados. Quando minha família ia ao supermercado, pedia para não comprar as mercadorias dessa empresa, para as ações da minha irmã não subirem&#8221;, lembra.</p>
<p>Quem também começou a investir aos oito anos foi a atriz Alice Wegmann, a Sofia da novela global &#8220;A vida da gente&#8221;, que se encerrou há pouco. &#8220;Comecei a trabalhar nessa época, fazia comerciais. Meu pai perguntou se não queria guardar o dinheiro que recebi, no lugar de gastar. Concordei&#8221;, conta. Hoje com 16 anos, ela dá a dica: &#8220;O dinheiro para gastar no curto prazo eu ponho na poupança e, no longo prazo, coloco em ações.&#8221;</p>
<p>O incentivo do pai foi crucial para a educação financeira de Alice, que até hoje aplica ao menos 60% de seus ganhos. &#8220;Vejo muita gente da minha idade que trabalha neste ramo gastando muito com roupas e eletrônicos, sem pensar no futuro. Acho importante poupar&#8221;, diz.</p>
<p>O especialista em educação financeira Modernell opina que é precipitado ensinar ao filho com menos de 12 anos a investir em ações. &#8220;Como instrumento didático, as contas de poupança são mais recomendadas nessa idade&#8221;, argumenta. &#8220;Porém, a partir da adolescência é saudável que sejam apresentados outros instrumentos, inclusive ações&#8221;.</p>
<p>Até os 14 anos de idade, o especialista recomenda que o jovem tenha poucos ativos. No caso das ações, o conselho é optar pelas mais líquidas e de empresas relacionadas ao universo do filho, ou seja, que vendam algum produto ou serviço que a criança conheça. &#8220;Nessa fase, os objetivos não devem ser os resultados, mas o aprendizado. Os valores devem ser limitados.&#8221;</p>
<p>Celina enfatiza a importância de explicar à criança que, ao comprar uma ação, ela está adquirindo um &#8220;pedaço&#8221; de uma empresa. &#8220;As crianças adoram quando escutam que são donas de uma companhia&#8221;, diz, ao acrescentar que não é preciso &#8220;complicar&#8221; na hora de ensinar. &#8220;É difícil explicar a uma criança porque um determinado papel está barato ou caro, por exemplo. A ideia é mesmo focar na relevância de se ter um plano de investimento, para atingir objetivos futuramente. Com o passar do tempo, quando tiver mais experiência, o jovem conseguirá escolher empresas e montar seu próprio portfólio&#8221;, afirma.</p>
<p>Foi assim com o Gustavo, que, aos 15 anos, mostra uma maturidade na administração de seus recursos de dar inveja aos adultos. &#8220;Os pais dos meus colegas às vezes pedem dicas de investimentos para mim&#8221;, conta. &#8220;No começo, quando era pequeno, foram meus pais que me levaram a comprar ações. Mas chegou uma hora em que eu mesmo queria investir&#8221;.</p>
<p>Ele acompanha a rentabilidade dos investimentos com regularidade e lembra que, após a quebra do banco americano Lehman Brothers em 2008, assustou-se com a desvalorização das ações de sua carteira. &#8220;Tinha R$ 10 mil que, após seis meses, viraram R$ 5 mil. Pensei em trocar tudo por títulos do Tesouro&#8221;, lembra. &#8220;Meu pai sempre me alertou sobre os riscos [da bolsa], mas eu nunca tinha vivenciado uma crise. No fim, mantive os papéis&#8221;. Hoje o estudante tem o objetivo de comprar um carro quando completar 18 anos e, por isso, está pensando em comprar mais ações.</p>
<h4>Em vez de parque, visita ao pregão</h4>
<p>&#8220;O brasileiro tem preguiça. Além disso, não tem muita educação financeira&#8221;, diz Guilherme Pinheiro Bortolato, 14 anos, ao tentar explicar o percentual pequeno de pessoas físicas investindo diretamente na bolsa, durante uma excursão de sua turma à sede da BM&amp;FBovespa. Os estudantes do nono ano do Colégio Raposo Tavares, localizado na zona sul de São Paulo, foram à bolsa para aprender sobre o mercado de ações no início de abril.</p>
<p>O rapazinho pondera ainda que a televisão nunca mostra &#8220;o lado bom&#8221; da bolsa de valores. &#8220;Nas novelas e nos telejornais, quando alguém investe na bolsa sempre perde. É preciso falar das coisas boas. Na crise de 2008, por exemplo, o governo fez a economia continuar a caminhar, incentivando o povo a consumir&#8221;, afirma.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 282px"><img title="Jovem na Bovespa" src="http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/12/05/foto08inv-102-aprendiz-d3.jpg" alt="" width="272" height="192" /><p class="wp-caption-text">O estudante Guilherme Bortolato: &quot;Na TV, quando alguém investe na bolsa perde. É preciso falar das coisas boas&quot;</p></div>
<p>Ana Maximino Coradi, também de 14 anos, acredita que o principal erro dos brasileiros é investir em empresas que não conhecem direito. &#8220;Os investidores compram ações de companhias que nunca ouviram falar, sem saber como é administrada e se é lucrativa&#8221;, afirma, ao acrescentar que os brasileiros não sabem como a bolsa funciona e acabam se iludindo muito.</p>
<p>Guilherme avisa que o Brasil será uma potência da economia mundial, &#8220;então vale a pena investir na bolsa visando ao longo prazo&#8221;. Ana concorda: &#8220;A perspectiva para a bolsa no futuro é bem positiva&#8221;, diz.</p>
<p>Logo no começo da visita, um instrutor da bolsa falou a respeito do extinto pregão presencial e sugeriu que simulassem como as negociações eram feitas antigamente. Em seguida, separou as crianças em dois grupos, o dos compradores e o dos vendedores. Os primeiros tinham de gritar &#8220;Compro a R$ 5&#8243;, enquanto o restante tinha de responder &#8220;Vendo a R$ 10&#8243;. Então todos começaram a gritar e gesticular com as mãos ao mesmo tempo. A turma se divertiu.</p>
<p>Ao fim da excursão, alguns dos estudantes, como Mayara Alves, 14 anos, revelaram a intenção de comprar ações. &#8220;Quando voltar para casa, vou pedir dinheiro para minha mãe para investir na bolsa&#8221;, disse a estudante. &#8220;Daqui a dez anos, pretendo devolver esse dinheiro&#8221;.</p>
<p>Guilherme dá a dica para quem deseja investir: primeiro, é preciso verificar se o preço da ação oscila muito. Depois, investigar se o negócio é lucrativo. Ele, por exemplo, não investiria em uma empresa cuja ação &#8220;sobe, sobe, sobe e, depois, cai do nada&#8221;.</p>
<h6 style="text-align: right;"><span style="text-align: right;">Do jornal </span><a style="text-align: right;" href="http://www.valor.com.br/financas/2648224/criancas-ensinam-marmanjos-dar-os-primeiros-passos-na-bolsa" target="_blank">Valor Econômico</a></h6>
<h6 style="text-align: right;"></h6>
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		<title>Momento é de cautela para os investidores</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/momento-e-de-cautela-para-os-investidores/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 12:16:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No novo cenário do país, onde um coquetel formado pela estabilidade econômica, necessidade de impulsionar o crescimento, redução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Investidor em dúvida" src="http://2.bp.blogspot.com/-mXd_-iqhCcI/TrGylr7uolI/AAAAAAAAAL4/fPCvpoXf4Zg/s1600/duvida_homem.jpg" alt="" width="305" height="284" />No novo cenário do país, onde um coquetel formado pela estabilidade econômica, necessidade de impulsionar o crescimento, redução nos juros básicos da economia (taxa Selic) e inflação sob controle fez com que governo federal mexesse nas regras da mais tradicional aplicação do Brasil – a caderneta de poupança –, o investidor deverá manter a cabeça fria para não perder dinheiro. Se quiser manter os altos ganhos, deverá correr o risco e aplicar o seu dinheiro na bolsa de valores, em ouro ou em dólar. Se optar por remuneração mais tímida, porém mais segura, as saídas são o Tesouro direto, os CDBs e até a própria poupança. Deverá, ainda, ficar de olho na taxa de administração dos fundos de investimento, caso sua escolha seja manter o dinheiro nessa modalidade de investimento.</p>
<p>Para Samy Dana, professor da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo, diante da mudança no rendimento da poupança, que passa de 6,17% ao ano mais Taxa Referencial (TR) para 70% da Selic mais TR, quando a taxa estiver igual ou menor a 8,5%, a primeira decisão a tomar é entre poupança e tesouro direto. “Feita a escolha, o investidor deve procurar o seu banco e ver qual a rentabilidade do CDB oferecido como percentual do CDI para tomar a decisão final. O Tesouro direto é preferível à poupança e a qualquer CDB cujo rendimento seja inferior a 94% do CDI”, sustenta. De acordo com ele, essa aplicação, a de menor risco no mercado, só perderá para outros investimentos em renda fixa quando a Selic estiver abaixo de 8,25% e o prazo de investimento for menor do que seis meses. “Se ficar acima, o Tesouro ganha sempre. Se a Selic ficar abaixo disso, mas a pessoa investir por mais de seis meses, ela também ganha”, afirma.</p>
<p>O problema é que procurar o melhor investimento, é como procurar o melhor remédio na farmácia. Na prática, uma fórmula perfeita, ou uma resposta perfeita, não existe. Tudo depende da quantidade de recursos a serem aplicados, do tempo em que eles poderão ficar investidos, da finalidade do investidor. É o que diz <a href="http://edufinanceira.org.br/jurandir-sell-macedo/" target="_blank">Jurandir Sell Macedo Jr.</a>, consultor financeiro e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “A caderneta é e continua sendo excelente alternativa para a reserva de emergência. É direcionada a pessoas mais simples. Para aqueles que querem formar uma reserva para a aposentadoria, as alternativas continuam sendo investir em títulos públicos, fundos de investimento e CDBs”, acredita.</p>
<h4>Tempo</h4>
<p>Para aplicar o dinheiro no Tesouro direto, ele explica que a pergunta que o investidor deve se fazer não é quanto dinheiro vai deixar lá, mas por quanto tempo isso será feito. “É um opção muito boa para quem pode deixar o dinheiro rendendo por mais de um ano”. Segundo ele, alternar títulos público com ações também pode ser um bom investimento. Além disso, fundos de investimento com taxas de administração altas passam a perder atratividade. No Brasil, essas taxas vão de 1,5% até 3%, o que pune os investidores. De acordo com Samy Dana, com a Selic a 8,5%, a pessoa que aplicar R$ 5.000 por um ano terá rendimento líquido de 6,14% na poupança, 6,46% no tesouro direto, 6,10% no CDB e 5,6% nos fundos de investimento.</p>
<p>Nesta semana, a Caixa lançou dois fundos de investimento em renda fixa. O Caixa FIC Performance, que prioriza recursos aplicados em ativos atrelados à inflação, tem aplicação mínima de R$ 50 mil e taxa de administração de 0,80% ao ano, um patamar considerado baixo. Por outro lado, o FIC Geração Jovem, tem aplicação inicial de R$ 10, mas taxa de administração de 1,30%. “O valor aplicado está diretamente ligado ao tamanho da taxa. Isso é histórico. Queremos popularizar os fundos para pequenos investidores”, diz Alenir de Oliveira Romanello, superintendente nacional de ativos de terceiros do banco.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do portal <a href="http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2012/05/05/internas_economia,292607/momento-e-de-cautela-para-os-investidores.shtml" target="_blank">Estado de Minas</a></h6>
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