<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Jurandir Macedo</title>
	<atom:link href="http://edufinanceira.org.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://edufinanceira.org.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Feb 2012 17:03:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>As bobagens financeiras que custam caro</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/as-bobagens-financeiras-que-custam-caro/</link>
		<comments>http://edufinanceira.org.br/as-bobagens-financeiras-que-custam-caro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edufinanceira.org.br/?p=2771</guid>
		<description><![CDATA[Deixar o dinheiro na caderneta de poupança A caderneta de poupança é a única aplicação financeira de milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Deixar o dinheiro na caderneta de poupança</h4>
<p><img class="alignleft" src="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/pictures/50729/size_590_dolar_queimando_590.jpg?1329766478" alt="" width="283" height="213" />A caderneta de poupança é a única aplicação financeira de milhões de brasileiros. Seu ponto forte é a simplicidade. A poupança rende 6,17% ao ano mais TR, é isenta de Imposto de Renda e outros tributos e também não tem a rentabilidade reduzida por uma taxa de administração. O grande problema da caderneta é o baixo retorno pago ao investidor. No ano passado, o ganho real (juros menos inflação) da poupança foi quase igual a zero. Em anos de inflação elevada, a caderneta chega até mesmo a ter rentabilidade real negativa. Em um momento de juros baixos como atual, é difícil ganhar de lavada da poupança. Mas existem ao menos quatro investimentos de baixo risco que batem a caderneta com alguma tranquilidade: fundos DI com baixas taxas de administração, CDB principalmente de bancos médios, Tesouro Direto as LCI. Para quem tem 100.000 reais para aplicar no longo prazo, a troca da poupança por outro investimento mais rentável pode significar um ganho de centenas de milhares de reais. A caderneta, na verdade, só deveria ser usada para o depósito daqueles recursos que funcionam como uma reserva de emergência para o investidor e podem ter de ser usados no curto prazo.</p>
<h4>Investir na bolsa o dinheiro que será usado no curto prazo</h4>
<p><img class="alignleft" src="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/pictures/3447/size_590_leite-jpg.jpg?1286674831" alt="" width="276" height="186" />No mercado financeiro, há um velho ditado que diz que na bolsa pode ser investido o dinheiro do uísque, mas não o do leitinho das crianças. Essa é uma forma irônica – mas precisa – de ressaltar a natureza de longo prazo dos investimentos em bolsa. Ninguém, nem mesmo Warren Buffett, sabe se a bolsa vai subir ou cair nas próximas semanas ou meses. O que as estatísticas realmente mostram é que, ao menos em países desenvolvidos, no longo prazo a bolsa sempre acaba apresentando uma rentabilidade superior à da renda fixa. Quem investe em ações apenas o dinheiro não será usado em breve, portanto, muito provavelmente terá algumas oportunidades de aproveitar bons momentos do mercado para vender os papéis embolsando um belo lucro. Do contrário, sempre haverá a ameaça de ter de realizar prejuízo.</p>
<h4>Não fazer um pacto pré-nupcial</h4>
<p><img class="alignleft" src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/43746/size_590_casamento-china.jpg?1321048912" alt="" width="283" height="213" />A socialite Val Marchiori não serve de exemplo para ninguém, mas pode ilustrar bem o que pode acontecer quando um relacionamento dá errado. A loira de “Mulheres Ricas” tem trocado insultos com o pai de seus filhos gêmeos, Evaldo Ulinski. O que antes eram juras de amor eterno hoje se transformou em constrangimento para ambos, com a exposição midiática da luta da socialite para manter a pensão de 200.000 reais mensais. É lógico que quem sobe o altar acredita que o casamento será uma fonte de felicidade sem fim. Mas é sempre bom estar preparado para o pior. No caso de um casamento em que um dos cônjuges possui um patrimônio que chama a atenção, nada mais prudente do que ele ou ela protegê-lo com um acordo pré-nupcial. Esse tipo de acordo simplesmente estabelece o regime de partilha dos bens em caso de divórcio ou também pode incluir as regras detalhadas do que ficaria com quem no momento da separação. Quando a vontade do casal é documentada, a chance de ocorrer uma desgastante disputa pela partilha dos bens diminui consideravelmente. O acordo pré-nupcial, é importante lembrar, é oneroso para o casal, já que o contrato será elaborado por advogados, com uma escritura registrada em cartório. Mesmo os honorários advocatícios, no entanto, serão bem menores do que em caso de um posterior divórcio litigioso.</p>
<h4>Elevar a franquia de um seguro para pagar menos</h4>
<p><img class="alignleft" src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/45333/size_590_acidente-com-carros-de-luxo.jpg?1323080250" alt="" width="283" height="212" />Esse é um erro muito comum das pessoas que vão contratar um seguro de carro, por exemplo. Assustadas com o valor que terá de ser desembolsado para contratar a cobertura, muita gente acaba aumentando a franquia do seguro ou reduzindo o valor da cobertura de prejuízos de terceiros. O resultado é que um seguro que custaria 5.000 reais pode realmente sair por 2.500 por reais. Em caso de sinistro, no entanto, o barato pode sair caro. Um limite de 30.000 reais para prejuízos de terceiros pode ser muito baixo em caso de acidentes que envolvam um carro importado, por exemplo. Já uma franquia de 5.000 reais pode deixá-lo sem cobertura em caso de acidentes de gravidade média. Mais inteligente do que isso é fazer uma busca aprofundada entre as seguradoras para encontrar a apólice mais barata. No Brasil, já existem sites que, com o preenchimento de apenas um formulário pela internet, farão pesquisas no banco de dados de até 14 diferentes seguradoras e apresentarão em menos de uma hora as opções mais baratas para os clientes. Realizar uma ampla pesquisa no caso de seguros é particularmente importante porque, quando uma empresa do setor considera seu perfil arriscado, joga o preço da apólice lá para cima ao invés de recusar a cobertura.</p>
<h4>Endividar-se demais para comprar uma casa</h4>
<p><img class="alignleft" src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/46982/size_590_casa-da-centex-eua.jpg?1325001702" alt="" width="283" height="213" />Um imóvel é o bem mais caro que muitos brasileiros vão comprar durante a vida. Os preços subiram muito com o boom imobiliário dos últimos anos e reforçaram a necessidade de cautela redobrada por parte dos compradores. Antes de assinar qualquer contrato, vale a pena pesquisar tanto as melhores oportunidades de compra quanto os juros mais baixos do mercado para financiamentos imobiliários. Apenas visitar o estande de algum lançamento ou algum feirão de imóveis e já voltar para casa com um contrato debaixo do braço é o caminho mais rápido para que a aparente realização de um sonho se transforme em um pesadelo. Caso seja necessário tomar um empréstimo para pagar uma parcela do imóvel, pode ser interessante consultar os sites que permitem simular financiamentos e encontrar as menores taxas de juros do mercado brasileiro. Outra dica interessante é, antes de assinar o contrato, verificar se a poupança necessária para arcar com as prestações mensais do financiamento não é alta demais para sua família. Faça a simulação de um empréstimo, verifique o montante que será necessário desembolsar como prestação mensal e tente guardar 150% desse valor durante seis meses. Se o negócio ainda parecer viável, é sinal de que você tem boas chances de financiar sua casa sem se arrepender. Do contrário, pode ser prudente esperar mais. Lembre-se que com apenas três meses seguidos de atraso nos pagamentos das parcelas, o banco já poderá entrar com uma ação de despejo contra sua família. Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de 4 milhões de residências foram retomadas pelos bancos desde o início da crise das hipotecas, em 2008.</p>
<h4>Entrar no crédito rotativo do cartão</h4>
<p><img class="alignleft" src="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/29535/size_590_cartao_visa_590.jpg?1305240559" alt="" width="283" height="213" />Tomar dinheiro emprestado no Brasil é quase proibitivo, já que o país tem uma das maiores taxas de juros para pessoas físicas do mundo. Endividar-se no cartão de crédito, então, é praticamente uma insanidade. Considerando que os cartões cobram juros médios de 10% ao mês, alguém que deixa de pagar uma dívida de 1.000 reais hoje levará pouco mais de seis anos para dever ao banco nada menos do que 1 milhão de reais, segundo cálculos do professor Anísio Castelo Branco, professor da PUC-SP e presidente do Ibrafin. A modalidade de cartões de crédito de loja é ainda mais perigosa. Alguns plásticos oferecidos por grandes varejistas embutem juros efetivos de mais de 1.000% ao ano. Quem não quer ver sua dívida crescer como uma bola de neve deve pagar a fatura do cartão de crédito integralmente na data do vencimento – opção que não inclui juros. A pessoa que pagar somente uma parte da fatura e rolar o resto da dívida por alguns meses corre o sério risco de não conseguir retomar o controle da situação. Quem passa por uma emergência financeira e não tem como arcar com todos os compromissos pode buscar uma solução no próprio banco onde possui conta. Outras modalidades de crédito voltadas para pessoa física – como o crédito pessoal, o crédito consignado, a antecipação da restituição do Imposto de Renda e o refinanciamento imobiliário – possuem taxas de juros bem mais atrativas que o cartão.</p>
<h4>Não usar as brechas da lei para pagar menos impostos</h4>
<p><img class="alignleft" src="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/45363/size_590_leao-do-ir-3.jpg?1323100746" alt="" width="283" height="212" />Os impostos cobrados das pessoas físicas no Brasil são altíssimos. Desconsiderar qualquer oportunidade de reduzir a mordida do Leão com as brechas previstas em lei, portanto, costuma ser uma grande estupidez. A legislação prevê diversas maneiras de pagar menos impostos ao vender imóveis, investir dinheiro em aplicações financeiras, poupar para a aposentadoria, deixar a herança para os filhos ou restituir os gastos com saúde. O único problema é que o contribuinte precisa conhecer a lei e se antecipar aos fatos que gerarão a obrigação tributária, usando as brechas da legislação para escapar da mordida. O caso das heranças pode ser considerado emblemático. Se um ente falecido deixar 1 milhão de reais para os filhos, eles podem perder mais de 200.000 reais entre impostos, inventário e honorários advocatícios. Já quem transmite a herança ainda em vida tem a chance de eliminar esse gasto por completo.</p>
<h4>Não domar os próprios nervos na bolsa</h4>
<p><img class="alignleft" src="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/pictures/39611/size_590_bovespa.jpg?1316720392" alt="" width="283" height="213" />O erro mais comum de qualquer pessoa física que resolve investir em bolsa é não controlar os nervos e vender a carteira de ações num momento de queda livre dos papéis para evitar uma dilapidação ainda maior do patrimônio. O que esses investidores parecem não saber é que, ao vender o portfólio na bacia das almas, eles estão dando um grande passo rumo à ruína financeira. O interessante é que até os investidores mais amadores sabem que ganha dinheiro na bolsa quem compra ações na baixa e vende na alta. Momentos de pessimismo generalizado, portanto, são excelentes oportunidades para comprar ações, e não o contrário. O que explica o movimento inverso das pessoas físicas em todas as crises recentes é a falta de controle sobre os próprios nervos. Chamuscados por perdas iniciais, os investidores fogem antes que as coisas piorem. Aqueles que ficam na bolsa, entretanto, costumam recuperar o dinheiro perdido meses depois. Segundo um estudo de Flavio Sznajder, sócio da gestora de recursos Bogari Capital, quem investiu na bolsa após as fortes quedas dos últimos anos teve ganhos extraordinários. Um dado interessante do estudo é que quem comprou na baixa sempre ganhou. Investir em ações quando todo mundo só vê riscos pode ser menos arriscado do que parece, portanto.</p>
<h4>Não prestar atenção aos custos de cada investimento</h4>
<p><img class="alignleft" src="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/pictures/19686/size_590_lupa.jpg?1290780602" alt="" width="283" height="213" />Também nos investimentos, o diabo mora nos detalhes. Na hora de escolher uma aplicação financeira, é muito importante ficar atento às taxas e custos tributários envolvidos na transação. À primeira vista, um fundo DI que neste ano vai ter um rendimento bruto de cerca de 10% é bem mais interessante do que a caderneta de poupança, que paga 6,17% mais TR. Mas considerando que sobre o lucro dos fundos é necessário pagar entre 22,5% e 15% de Imposto de Renda, que há incidência de IOF para investimentos de até 29 dias e que muitos bancos cobram taxas de administração de 2% ou mais ou ano nesse tipo de aplicação, a poupança acaba sendo mais simples e vantajosa. E não é só na renda fixa que é importante ficar atento às taxas. Sobre transações imobiliárias, há cobrança de Imposto de Renda e comissões do corretor na venda e ITBI e despesas com registro na compra. Os custos são tão elevados que podem acabar com o lucro de uma excelente transação. O mesmo vale para a bolsa. Existem gestores de fundos de ações que possuem um excelente histórico de desempenho. Quando considerada uma taxa de administração de 4% ao ano mais uma taxa de performance sobre o que exceder o Ibovespa, pode ser mais vantajoso para o investidor simplesmente comprar um ETF (fundo de ações negociado em bolsa) com uma taxa inferior a 1% ao ano.</p>
<h4>Achar que a rentabilidade passada vai se repetir no futuro</h4>
<p><img class="alignleft" src="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/pictures/50727/size_590_tarologa_590.jpg?1329764762" alt="" width="283" height="213" />A pergunta errada que quase todo mundo faz para o gerente do banco na hora de escolher uma aplicação é quanto cada fundo “está pagando”. O gerúndio dessa frase não é apenas um erro apenas gramatical. Em finanças, não há garantia de que a rentabilidade passada vai se repetir no futuro. O cliente do banco pode perguntar quanto rendeu cada fundo no último ano ou mês. Já transportar essa rentabilidade para os meses seguintes é um equívoco banal – mas, ainda assim, bem recorrente. Um investidor que compra um imóvel em São Paulo ou no Rio de Janeiro não pode esperar que os preços subam na mesma velocidade dos últimos anos simplesmente porque os atuais valores já beiram a irracionalidade em muitos casos. Da mesma forma, os investidores que perceberam que a bolsa não poderia cair para sempre e compraram ações na segunda metade do ano passado hoje estão com um sorriso de orelha a orelha. Para ganhar muito dinheiro, algumas vezes será necessário comprar o que hoje ninguém quer.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do Portal <a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/as-bobagens-financeiras-que-custam-caro?p=1#link" target="_blank">Exame</a></h6>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edufinanceira.org.br/as-bobagens-financeiras-que-custam-caro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um carnaval para cada bolso: ainda há opções para todos tipos de orçamento</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/um-carnaval-para-cada-bolso-ainda-ha-opcoes-para-todos-tipos-de-orcamento/</link>
		<comments>http://edufinanceira.org.br/um-carnaval-para-cada-bolso-ainda-ha-opcoes-para-todos-tipos-de-orcamento/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edufinanceira.org.br/?p=2760</guid>
		<description><![CDATA[Está com o orçamento apertado por causa das dívidas contraídas para o Natal e o Réveillon e com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/8r/zy/df/8rzydf87aber11xwfvhytf8wp.jpg" alt="" width="391" height="245" />Está com o orçamento apertado por causa das dívidas contraídas para o Natal e o Réveillon e com as tradicionais despesas extras de início de ano? Vá pular Carnaval para esquecer as preocupações. Ganhou muito dinheiro no ano passado e quer, enfim, aproveitar um pouco o fruto de tanto esforço? Vá pular Carnaval para celebrar a onda de prosperidade. A festa é democrática e cabe no orçamento de todos, do mais humilde brasileiro ao Eike Batista – que já teve seus momentos de glória na avenida enquanto foi casado com a musa Luma de Oliveira. Confira abaixo algumas dicas de produtos e serviços que podem te ajudar a cair na folia, seja qual for a sua situação financeira no momento.</p>
<h4><strong>Spray de espuma</strong></h4>
<p>Brincadeira garantida para as crianças maiores, o comércio popular está com os estoques cheios desse tipo de produto, que solta um jato de espuma branca ou colorida. Custa a partir de R$ 1,99 e tem diferentes cores.</p>
<h4><strong>Confete e serpentina</strong></h4>
<p>Um pacote com 20 rolos de 13 metros de serpentina da marca Letícia custa R$ 2,45 no Armarinhos Fernando, em São Paulo. Um saco de 150 gramas de confetes da mesma marca sai por R$ 1,80. Basta investir, portanto, R$ 4,25, para sair pronto para a folia.</p>
<h4><strong>Perucas e colares</strong></h4>
<p>Quem não teve tempo de preparar a fantasia pode improvisar de última hora com perucas coloridas ou no estilo black power. Custam R$ 8,50 no Armarinhos Fernando, na 25 de Março, em São Paulo. Um colar havaiano custa entre R$ 3 e R$ 5 nas lojas de comércio popular.</p>
<h4><strong>Máscaras e fantasias</strong></h4>
<p>Com R$ 20 é possível comprar os modelos mais simples das tradicionais máscaras venezianas. Na loja Fantasia &amp; Cia., em São Paulo, os preços desse tipo de adereço chegam a R$ 55. Quem quiser causar impacto pode experimentar alugar uma das fantasias para adultos da loja por entre R$ 70 e R$ 165. Tem saco de pipoca, copo de chopp, garrafa de tequila e hot dog, entre outras. Para as crianças, os grandes hits são a odalisca (R$ 90) para as meninas e o pirata para os meninos (R$ 75).</p>
<h4><strong>Ingressos e camarotes</strong></h4>
<p>Quem ainda não garantiu o ingresso para os desfiles das escolas de samba, para os trios elétricos de Salvador ou para os camarotes dos principais centros de folia precisa correr para não cair na mão de cambistas. A Central de Vendas, o principal site de comércio de entradas da festa em Salvador, ainda oferece abadás vip que chegam a custar R$ 3.960 para três dias de folia (o preço é válido para participar do bloco Camaleão). Os foliões vip têm acesso a uma parte reservada do trio elétrico, a banheiro e a bebida é à vontade (open bar). Para curtir a festa em um dos camarotes do circuito baiano, o investimento varia entre R$ 150 (no Planeta Band) e R$ 750 (no Camarote do Nana) por dia. Para ver os desfiles em São Paulo os preços variam entre R$ 60 (arquibancada) e R$ 25 mil (camarote para 25 pessoas) para cada uma das noites de desfile (sexta e sábado). As vendas acontecem no site Ingresso Fácil. No Rio, os 16,5 mil ingressos vendidos a preços populares (R$ 10) se esgotaram em meia hora. Ainda restam entradas com valores entre R$ 260 e R$ 400 por pessoa.</p>
<h4><strong>Bailes de Carnaval</strong></h4>
<p>São inúmeros os clubes e associações que, Brasil afora, organizam bailes de salão. Tem festa para todos os tipos de bolso. Os bailes mais tradicionais do país ocorrem no Rio de Janeiro. O Baile da Cidade Maravilhosa, por exemplo, custa entre R$ 50 (pista) e R$ 1,6 mil (camarote para 12 pessoas). O evento ocorre no domingo de Carnaval no Scala, que dois dias depois abriga o Gala Gay (ingressos de R$ 93 na pista a R$ 1,9 mil o camarote para 12 pessoas).</p>
<h4><strong>Cruzeiros de Carnaval</strong></h4>
<p>Vários navios cruzam a costa brasileira durante a festa, com direito a bailes de Carnaval em alto mar. A essa altura é difícil encontrar vagas – os três roteiros programados pela CVC, por exemplo, já estão esgotados. Quem se programou vai pagar a partir de US$ 900 por pessoa para subir a bordo.</p>
<h4><strong>Passagem de última hora</strong></h4>
<p>Se você só conseguiu agora parar para programar seu Carnaval, pode ainda aproveitar a promoção de passagens aéreas da Gol para o período da festa. A empresas colocou a venda tiquetes a partir de R$ 99 para quem embarcar em cidades litorâneas &#8211; Salvador, Porto Seguro, Recife, Fortaleza, Aracajú, Maceió, Natal, Florianópolis e Navegantes -, nos dias 17 e 18, e voltar nos dias 21 e 22 de fevereiro.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do Portal<a href="http://economia.ig.com.br/financas/meubolso/um-carnaval-para-cada-bolso-ainda-ha-opcoes-para-todos-tipos-de/n1597629581746.html" target="_blank"> IG</a></h6>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edufinanceira.org.br/um-carnaval-para-cada-bolso-ainda-ha-opcoes-para-todos-tipos-de-orcamento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Buffett define um investimento lucrativo e seguro</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/buffett-define-um-investimento-lucrativo-e-seguro/</link>
		<comments>http://edufinanceira.org.br/buffett-define-um-investimento-lucrativo-e-seguro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 18:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edufinanceira.org.br/?p=2756</guid>
		<description><![CDATA[Em um raro artigo publicado na revista “Fortune”, o megainvestidor Warren Buffett explicou, de uma forma bastante detalhada, sua preferência histórica pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/32767/size_590_warren-buffett.jpg?1309222812" alt="" width="354" height="266" />Em um raro artigo publicado na revista “Fortune”, o megainvestidor Warren Buffett explicou, de uma forma bastante detalhada, sua preferência histórica pela classe de ativos produtivos &#8211; como empresas, fazendas ou imóveis – em detrimento das outras duas categorias de investimento existentes.</p>
<p>Na definição de Buffett, há basicamente três categorias de investimento. A primeira inclui os papéis financeiros que possuem algum valor monetário. Um título público do governo brasileiro, por exemplo, tem um valor de face que serve de referência para sua troca por dinheiro. O mesmo vale para debêntures (títulos de dívida de empresas), papéis imobiliários, CDB de bancos e outros instrumentos financeiros de renda fixa.</p>
<p>Em geral, o mercado costuma enxergar essas opções de investimento como de baixo risco porque a volatilidade do valor de face costuma ser muito baixa ou até igual a zero. Para Buffett, entretanto, uma aplicação pode ter volatilidade zero e, ainda assim, representar um risco enorme.</p>
<p>Mesmo que um governo nunca pare de pagar principal e juros de um título público, explica Buffett, quem compra esse papel corre o sério risco de ter o poder de compra destruído ao longo dos anos – o que, na visão do bilionário, é sinônimo de péssimo investimento.</p>
<p>Em primeiro lugar, ele afirma que não é por que um título público paga 5% de juros que a pessoa estará necessariamente enriquecendo. De tempos em tempos, qualquer economia do mundo tem de enfrentar pressões inflacionárias. Se o aumento dos preços superar o percentual de juros pago por um título, esse investidor, na prática, perderá dinheiro.</p>
<p>Além da inflação, o investidor que quiser calcular da forma correta o ganho real obtido com um título financeiro de renda fixa também deverá descontar os impostos sobre os lucros. Buffett explica que nos últimos 47 anos, os títulos do Tesouro dos Estados Unidos pagaram juros médios de 5,7% ao ano, o que parece satisfatório. Mas considerando a inflação média anual de 4,3% e a carga tributária de 25% dos ganhos para investidores pessoas físicas, o ganho real nesse período foi zero.</p>
<p>É por isso que ele não considera atrativos investimentos com base monetária neste momento – apesar de eles sempre aparecerem entre os preferidos em tempos de crise. O bilionário diz que quase só compra títulos americanos como forma de obter um pequeno rendimento enquanto decide o que fazer com os recursos no longo prazo. O dinheiro aplicado em um investimento líquido como os títulos pode ser resgatado a qualquer momento, sempre que surge uma oportunidade melhor.</p>
<p>Outra possibilidade é buscar títulos de renda fixa quando existe um potencial de ganho atípico, seja porque o mercado passa a desconfiar injustificadamente de determinado emissor ou porque os juros estão tão altos que gerarão um ganho interessante em valor de mercado quando as taxas voltarem a recuar.</p>
<p>Não é isso, entretanto, que pode ser observado neste momento. O banqueiro Shelby Cullom Davis dizia que os bônus costumam ser vendidos como algo que oferece retorno sem risco, mas que nos preços atuais só entregam risco sem retorno. A afirmação vale especialmente para a realidade dos países ricos, ainda que os juros reais tenham declinado para patamares historicamente baixos também no Brasil.</p>
<p>De acordo com Buffett, o segundo tipo de investimento são os ativos que não produzem nada, mas que mesmo assim são comprados por pessoas que acreditam que um terceiro estará disposto a pagar mais por ele no futuro. As tulipas holandesas foram um exemplo desse tipo de investimento no século 17.</p>
<p>Hoje, o principal ativo dessa categoria seria o ouro. O metal é considerado como uma espécie de porto seguro pelos investidores porque costuma se valorizar principalmente em momentos de guerra ou pânico nos mercados. Buffett, entretanto, vê dois problemas no ouro: a real demanda pelo metal para a produção de joias ou decorações é baixíssima e não há um fator de correção claro ao longo do tempo – em volume, uma onça será sempre uma onça.</p>
<p>O que motiva a atual corrida pelo ouro, portanto, é a crença de que o metal sempre vai se valorizar. Após quase uma década de valorização constante, essa tese acaba se validando por ela mesma. O ouro sobe, mais investidores se juntam à festa e as cotações continuam em alta. Mas isso não dura para sempre, como provam os tristes fins das bolhas da internet e dos imóveis nos EUA na década passada.</p>
<p>Buffett faz uma conta convincente para mostrar que o ouro também não vai se valorizar para sempre. Ele afirma que todo o estoque mundial do metal representa cerca de 170.000 toneladas métricas. Se todo o ouro do planeta fosse depositado no mesmo lugar, caberia em um cubo com lados de 20,7 metros – ou seja, algo com folga acomodável em um campo de futebol. Considerando que a onça de ouro custa cerca de 1.750 dólares, esse cubo valeria nada menos do que 9,6 trilhões de dólares.</p>
<p>Com o mesmo dinheiro, no entanto, um investidor poderia comprar todas as terras cultiváveis dos Estados Unidos mais 16 empresas do tamanho da Exxon Mobil (a mais lucrativa do mundo atualmente) e ainda sobraria 1 trilhão de dólares para escolher outros ativos. “Você pode imaginar algum investidor que escolheria a primeira opção em vez da segunda?”, pergunta o bilionário.</p>
<p>Daqui a um século, as terras já terão produzidos bilhões de toneladas de milho, trigo, algodão e outras culturas. A Exxon Mobil provavelmente já terá pagado trilhões de dólares em dividendos. O ouro, entretanto, continuará a ocupar o mesmo espaço no campo de futebol. Ainda que haja alguma valorização, Buffett duvida que seja comparável à dos demais ativos.</p>
<p>É por esse motivo que o bilionário defende a terceira categoria de investimentos: a dos ativos produtivos, que incluem empresas, terras e imóveis. O sonho de qualquer investidor é encontrar ativos que não sofrerão depreciação ao longo do tempo mesmo sem exigir grandes investimentos e produzirão fluxos de caixa que sejam corrigidos ao menos pela inflação. Empresas como a Coca-Cola e a IBM, as fazendas e os imóveis têm conseguido passar nesse teste.</p>
<p>Buffett tem uma explicação simples para o fenômeno. No futuro, a população dos Estados Unidos deve consumir mais bens do que hoje. E as empresas americanas devem continuar a entregar os bens demandados com eficiência e algum lucro.</p>
<p>Durante o século 20, o índice Dow Jones da Bolsa de Nova York saltou de 66 para 11.497 pontos. É por isso que Buffett planeja continuar a aumentar suas participações em empresas de primeira linha. “Acredito que, sob qualquer período longo de tempo, essa será a categoria de investimentos que se provará vencedora entre as três que examinamos. Ainda mais importante, essa será também, de longe, a categoria mais segura”, escreveu ele.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do Portal <a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/acoes/noticias/buffett-define-um-investimento-lucrativo-e-seguro?page=1&amp;slug_name=buffett-define-um-investimento-lucrativo-e-seguro" target="_blank">Exame</a></h6>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edufinanceira.org.br/buffett-define-um-investimento-lucrativo-e-seguro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Veja dicas para gastar pouco no carnaval</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/veja-dicas-para-gastar-pouco-no-carnaval/</link>
		<comments>http://edufinanceira.org.br/veja-dicas-para-gastar-pouco-no-carnaval/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 17:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edufinanceira.org.br/?p=2753</guid>
		<description><![CDATA[Curtir o carnaval pode sair caro. Os preços nas cidades mais badaladas costumam ir às alturas durante os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 323px"><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/bq/al/un/bqalunu09ebi65nw935l3g8wh.jpg" alt="" width="313" height="196" /><p class="wp-caption-text">Amigas se fantasiam de &quot;Gatas de bota&quot; para o desfile do &quot;Suvaco de Cristo&quot;, no domingo, 12: se programar com antecedência para a festa e os gastos é a melhor alternativa</p></div>
<p>Curtir o carnaval pode sair caro. Os preços nas cidades mais badaladas costumam ir às alturas durante os quatro dias de festa, principalmente para quem deixa para fechar pacotes na última hora. Da água de coco às passagens aéreas, nada escapa da inflação carnavalesca. Quem quiser estar nos principais centros de folia durante a festa não tem como escapar de reservar um bom dinheiro para gastar com transporte, hospedagem, alimentação, ingressos, abadás (no caso dos trios elétricos de Salvador) ou fantasias (para quem deseja desfilar nas principais escolas de samba do Rio de Janeiro ou de São Paulo).</p>
<p>Para minimizar o impacto do feriado nas economias da família, o professor de finanças Ricardo Rocha, da Fundação Vanzolini, recomenda planejamento. “As pessoas deveriam incluir os gastos com o Carnaval no orçamento anual junto às despesas com as viagens de férias e outros feriados”, diz Rocha. “Assim cada um já sabe o quanto tem reservado e sofre menos com as despesas.” O especialista diz que uma pessoa que planejou e juntou dinheiro para gastar R$ 5 mil durante a festa terá menos dores de cabeça do que um folião de última hora que investiu R$ 500 na folia sem ter se preparado para isso. “O importante é não se endividar. Tem gente que ainda nem pagou a terceira parcela do IPVA e contrai dívidas para curtir o Carnaval.”</p>
<p>Outra forma de aliviar a ressaca financeira é procurar controlar os gastos com coisas supérfluas e buscar as opções de lugares mais econômicos ou gratuitos para rasgar a fantasia. Confira alguma dicas:</p>
<h4><strong>Fantasias</strong></h4>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 231px"><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/6c/cn/t8/6ccnt8h1ijbtmikw01z7nm77j.jpg" alt="" width="221" height="166" /><p class="wp-caption-text">A menos que se vá participar de um concurso de fantasia, como João Bosco e Mônica Vilarim que venceram o Bal Masqué, não vale investir muito nos adereços</p></div>
<p>A não ser que você vá disputar um concurso de fantasias, não há porque investir muito dinheiro em vestimentas específicas para o Carnaval. Reaproveite roupas velhas para improvisar adereços e recorra ao comércio popular para comprar máscaras e outros acessórios baratos e descartáveis. Afinal, dificilmente você vai voltar a usar aquela coroa de princesa ou aquelas asas de borboleta em qualquer outra ocasião do ano. Mais importante do que sair “montado” para a festa é manter sempre em alta o espírito carnavalesco.</p>
<h4><strong>Hospedagem</strong></h4>
<p>Quanto mais próximo do centro geográfico da festa, mais caro será o hotel. Prefira, portanto, hotéis mais afastados ou em cidades próximas – desde que você se organize para fazer o traslado com segurança. “Fora dos circuitos dos trios elétricos a demanda por vagas diminui bastante”, diz o presidente da Associação Brasileira de Hotéis de Salvador, Carlos Mauricio Periquito. Outra opção interessante é procurar lugar para ficar em casas e apartamentos de particulares. O site AirBNB, por exemplo, traz uma considerável oferta de vagas em vários lugares do país e do mundo. Outro método que costuma funcionar é juntar um grupo grande de amigos para alugar uma casa de temporada. Mas aí é preciso ter muita tolerância com a convivência, para não transformar a festa em pesadelo.</p>
<h4><strong>Blocos de rua</strong></h4>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 263px"><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/4v/0d/dd/4v0dddxawo3htqhk40jzkll5u.jpg" alt="" width="253" height="190" /><p class="wp-caption-text">O bloco &quot;Simpatia é Quase Amor&quot; levou 70 mil foliões à Praia de Ipanema no sábado, 11: alternativa em conta</p></div>
<p>Nos últimos anos, uma velha tradição carnavalesca foi reabilitada e ganhou espaço na programação de diversas cidades. Os blocos de rua se multiplicaram pelo Brasil e alguns, como o recifense Galo da Madrugada, tomaram uma dimensão gigantesca, com a participação de centenas de milhares de pessoas. O Recife tem tradição nesse tipo de festa, aberta à participação popular. “São mais de 350 agremiações entre blocos e nações de maracatu que desfilam durante o Carnaval, além de outros grupos de foliões que se organizam informalmente”, diz Renato Lins, secretário de cultura da cidade. Esteja onde você estiver durante o Carnaval, mesmo em cidades com pouca tradição na festa, é certo que será possível encontrar um grupo de foliões que se reúne em bar sob um nome engraçado e sai para cruzar as ruas fazendo farra. É gratuito, espontâneo e divertido.</p>
<h4><strong>Na contramão</strong></h4>
<p>Que tal aproveitar a festa e conhecer aquele lugar que foge do roteiro dos foliões? Visitar São Paulo durante o Carnaval, por exemplo, garante aos turistas pacotes com até 50% de desconto em hotéis. “É uma ótima época para se conhecer a cidade gastando pouco”, diz Bruno Omori, presidente da ABIH de São Paulo. Quem vive nos estados mais procurados pelos foliões, como Pernambuco e Salvador, costuma conseguir passagens aéreas bem mais baratas que o habitual para viajar no contrafluxo. “Muita gente da cidade acaba aproveitando essa época para viajar”, diz Periquito, de Salvador. “Isso acaba movimentando destinos menos badalados durante o Carnaval no próprio estado.” Ir par o hemisfério norte também é uma boa, para quem não se preocupa demais com o frio que faz por lá nessa época do ano. Os preços costumam compensar, pois estamos em plena baixa temporada nos Estados Unidos e na Europa.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do Portal <a href="http://economia.ig.com.br/financas/veja-dicas-para-gastar-pouco-no-carnaval/n1597624396848.html" target="_blank">IG</a></h6>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edufinanceira.org.br/veja-dicas-para-gastar-pouco-no-carnaval/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ela tinha 16 cartões de crédito. Hoje, ensina educação financeira</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/ela-tinha-16-cartoes-de-credito-hoje-ensina-educacao-financeira/</link>
		<comments>http://edufinanceira.org.br/ela-tinha-16-cartoes-de-credito-hoje-ensina-educacao-financeira/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edufinanceira.org.br/?p=2746</guid>
		<description><![CDATA[Há três anos, a servidora pública Alexandra Rufino, aos 33 anos, saiu do banco com uma enorme dívida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há três anos, a servidora pública Alexandra Rufino, aos 33 anos, saiu do banco com uma enorme dívida para pagar em oito anos. Apesar de sua situação não ser nada boa, ela estava feliz, pois era bem melhor do que a anterior. Duas semanas antes, ela tinha 16 cartões de crédito e vinha pagando o mínimo da fatura de todos eles há pelo menos cinco anos.</p>
<p>Além das dívidas nos cartões, ela tinha em mãos também alguns boletos de compras de produtos ou serviços que havia parcelado. “Eu já não tinha mais crédito nos cartões, então dividia os pagamentos da forma que era possível.&#8221; Ao parcelar suas compras e pagar o mínimo do cartão de crédito, Alexandra pagava altíssimos juros sobre o dinheiro que gastava. Além de pagar uma taxa às lojas para poder dividir o pagamento de suas compras em várias vezes, também pagava os encargos pelo crédito dos cartões.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 532px"><img class=" " src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/a6/qe/yp/a6qeyp2q6fnudymwln63q3tb8.jpg" alt="" width="522" height="326" /><p class="wp-caption-text">Alexandra Rufino, 36 anos: &quot;um dia parei e pensei, &#39;preciso me controlar&#39;, e fui buscar informações na internet e no Procon&quot;</p></div>
<p style="text-align: left;">“Hoje tenho apenas um cartão e pago a fatura inteira todos os meses,” afirma, orgulhosa. A dívida no banco, porém, foi negociada a um juro de pouco mais de 2% ao mês e ainda pesará em seu orçamento por mais sete anos, até 2019. “Consegui uma taxa bem menor do que a que eu pagava nos cartões,” diz.</p>
<p>O estímulo para mudar de vida veio dela mesma. &#8220;Minha dívida era mais do que duas vezes maior do que o meu salário, e eu ainda tinha que pagar as contas básicas. Um dia parei e pensei, &#8216;preciso me controlar&#8217;. Eu tinha que dar um jeito. Então comecei a procurar informação na internet e no Procon,&#8221; afirma.</p>
<p>Para Jurandir Macedo, consultor do Instituto de Educação Financeira, Alexandra é uma entre milhares de brasileiros que se endividam por não terem conhecimentos sobre educação financeira e cederem aos apelos das lojas. “Ela é uma vítima em um País em que a educação financeira está apenas começando,”diz.</p>
<p>Segundo ele, o fato de o Brasil ter enfrentado muitos anos de altíssima inflação retardou o desenvolvimento da educação financeira, já que as pessoas não tinham preocupação em poupar, mas sim em estocar produtos.</p>
<p>Além da questão histórica, há ainda um componente cultural por trás do endividamento brasileiro, que é a “cultura do imediatismo”, diz Wilson Muller, consultor financeiro da Fundação Cesp. Enquanto em outros países os cidadãos têm mania de poupança, os brasileiros são mais impacientes para poupar e para esperar para comprar à vista, diz o especialista.</p>
<p>“É mais natural, para os brasileiros, pensar se a parcela cabe ou não no bolso, ao invés de pensar em quantos meses o produto poderia ser pago à vista, o que evitaria o endividamento,” diz Muller. Nos cálculos do especialista, se um consumidor esperasse apenas 18 meses, poderia comprar à vista uma geladeira, um tablet ou um televisor de LED com uma economia de cerca de 21%.</p>
<p>Além dos motivos histórico e cultural, o aumento da oferta de crédito e o estímulo ao consumo também contribuem para o endividamento dos brasileiros. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 44% das famílias brasileiras se declararam endividadas em dezembro do ano passado. Em 2011, o crédito concedido pelos bancos brasileiros cresceu entre 15% e 20%.</p>
<p>E o valor das dívidas, segundo levantamento da Serasa Experian, está aumentando. Fora dos bancos, os brasileiros devem em média R$ 657,92 em janeiro deste ano em cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água. O número é 65,7% acima dos R$ 396,77 de janeiro do ano passado.</p>
<p>Para não engrossar essas estatísticas, a principal orientação de especialistas é que o consumidor use o cheque especial apenas para emergências. “Se ele tiver um infortúnio, pode pegar um crédito no banco. Mas assim que passado o problema, ele deve correr para o banco para quitar sua dívida ou renegociar a uma taxa mais baixa,” diz Macedo. O mesmo vale para o cartão de crédito. “Estas situações devem ser exceção, não hábito,” diz.</p>
<p>A dica de Muller é que o endividado não busque ajuda apenas quando a situação estiver muito ruim. “Nós, brasileiros, tendemos a só melhorar a alimentação quando o colesterol está no alto. Quando recebemos pedidos de pessoas que querem falar sobre suas finanças, elas já estão tecnicamente falidas e resta apenas renegociar a dívida,” afirma.</p>
<p>Denise Hills, superintendente de Sustentabilidade do Itau Unibanco, concorda. Ela destaca a importância da busca de educação financeira a qualquer momento, o que pode levar o endividado a mudar seu comportamento e ter uma vida financeira mais saudável. “Todos os dias tomamos dezenas de decisões financeiras, mesmo sem perceber, e a orientação pode dar habilidade aos brasileiros de gerir suas escolhas,” afirma.</p>
<h4><strong><img class="alignleft" src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/af/mt/42/afmt42qmc78jfdlwclgp11huk.jpg" alt="" width="316" height="421" />Dicas de Alexandra</strong></h4>
<p>Alexandra, que transformou sua vida ao decidir sozinha a parar de se endividar, sugere um bom controle sobre os gastos, inclusive os pequenos. “Eu era muito consumista. Gastava com pequenas coisas o tempo inteiro e não colocava no orçamento,” diz. Ela diz que que tudo deve ser anotado. “Quando relacionamos o que gastamos, não devemos incluir apenas o básico. Tem que entrar também o sorvete, a bolacha e a bala que compramos na rua,” afirma.</p>
<p>Ela também diz que o que mudou sua vida foi a decisão de ter apenas um cartão de crédito. “Não adianta ficar sem nenhum, porque podemos precisar, mas acho que o ideal é ter um só,“ afirma. “Quando temos muitos, fica fácil de se perder no meio das contas. Além disso, quanto mais você gasta, mais as empresas aumentam seu limite,” afirma.</p>
<p>A busca de uma ajuda profissional também animou a servidora a deixar de ser consumista. “É bom passar por uma psicóloga. Eu fiz isso. Tive força de vontade e busquei um tratamento. Aprendi que eu tinha um distúrbio de ansiedade e hoje consigo controlá-lo,” diz.</p>
<p>Hoje, Alexandra faz cursos de educação financeira para se manter atualizada e para dar orientações para familiares e amigos. “Quero ajudar meus sobrinhos, que gostam de gastar,” diz, ao final de uma palestra de educação financeira oferecida gratuitamente pelo Procon-SP, em São Paulo.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do Portal <a href="http://economia.ig.com.br/financas/meubolso/ela-tinha-16-cartoes-de-credito-hoje-ensina-educacao-financeira/n1597622239571.html" target="_blank">IG</a></h6>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edufinanceira.org.br/ela-tinha-16-cartoes-de-credito-hoje-ensina-educacao-financeira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>7 bilionários que não deixarão sua fortuna para os filhos</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/7-bilionarios-que-nao-deixarao-sua-fortuna-para-os-filhos/</link>
		<comments>http://edufinanceira.org.br/7-bilionarios-que-nao-deixarao-sua-fortuna-para-os-filhos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 19:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edufinanceira.org.br/?p=2741</guid>
		<description><![CDATA[Bill Gates Bill Gates, o segundo homem mais rico do mundo, com um patrimônio de 56 bilhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4><img class="alignleft" src="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/pictures/21388/size_590_bill-gates.jpg?1293112895" alt="" width="248" height="188" />Bill Gates</h4>
<p>Bill Gates, o segundo homem mais rico do mundo, com um patrimônio de 56 bilhões de dólares, já declarou várias vezes à imprensa que deixará uma fatia “minúscula” da sua fortuna aos três filhos, Jennifer Katharine, Phoebe Adele e Rory John. Especula-se que seriam 10 milhões de dólares para cada um. “Não acho que essa quantidade dinheiro faria bem a eles”, disse ao jornal britânico Daily Mail, acrescentando: “Eles terão que encontrar o próprio caminho”. A maior parte do patrimônio do bilionário fundador da Microsoft deve ir para a fundação filantrópica que criou junto à esposa, a Bill &amp; Melinda Gates Foundation.</p>
<h4><img class="alignleft" src="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/45294/size_590_buffett.jpg?1322863229" alt="" width="248" height="186" />Warren Buffett</h4>
<p>Com um patrimônio de 50 bilhões de dólares, Warren Buffet se comprometeu a doar 99% da sua fortuna antes de morrer – 85% devem ir para a Bill &amp; Melinda Gates Foundation, projeto filantrópico do fundador da Microsoft. Pai de três filhos &#8211; Susie, Howard e Peter – disse certa vez que queria dar “o suficiente para que eles sentissem que podem fazer qualquer coisa, mas não tanto que eles sentissem que não precisam fazer nada”.</p>
<h4><img class="alignleft" src="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/pictures/14654/size_590_bloomberg.jpg?1286691618" alt="" width="248" height="186" />Michael Bloomberg</h4>
<p>Com 19,5 bilhões de dólares de patrimônio, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, se comprometeu a deixar quase todo o seu dinheiro para a caridade. Suas duas filhas, Emma e Georgina, foram personagens do documentário “Born Rich”, que retrata a vida de crianças que nasceram em famílias extremamente ricas. Bloomberg declarou no passado que “o melhor planejamento financeiro termina com o cheque do coveiro voltando”.</p>
<h4><img class="alignleft" src="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/16493/size_590_07-ted.jpg?1287494862" alt="" width="248" height="186" />Ted Turner</h4>
<p>Ted Turner tinha apenas 24 anos quando teve que assumir a companhia de outdoors do pai, que se suicidou em 1963. Turner transformou o negócio em um império bilionário da mídia, incluindo a rede de notícias CNN. Com um patrimônio avaliado 2 bilhões de dólares, Turner já doou mais de 1 bilhão de dólares para projetos ligados à ONU.Disse em entrevistas recentes que tem apenas alguns milhões na conta bancária e que esperava ter o suficiente para pagar seu enterro quando morrer. Exageros à parte, Turner tem cinco filhos que terão que dividir o que restar do seu patrimônio.</p>
<h4><img class="alignleft" src="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/pictures/50175/size_590_t-boone.jpg?1328987520" alt="" width="248" height="186" />T. Boone Pickens</h4>
<p>T. Boone Pickens construiu seu patrimônio de 1,4 bilhões de dólares por meio de uma agressiva estratégia de aquisições. Aos 12 anos de idade, Pickens entregava jornais para ganhar seu próprio dinheiro, portanto não é surpresa que ele não pretenda deixar a maior parte da sua fortuna para os quatro filhos. O bilionário, que já se comprometeu a deixar metade do seu dinheiro para a caridade, disse em entrevista que não é “um grande fã de fortunas herdadas”. “Normalmente faz mais mal que bem”, disse.</p>
<h4><img class="alignleft" src="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/pictures/50173/size_590_hilton.jpg?1328986823" alt="" width="248" height="186" />William Barron Hilton</h4>
<p>Dono de um patrimônio de 2,5 bilhões de dólares, William Barron Hilton herdou de seu pai, Conrad Hilton, apenas 500 mil dólares quando ele morreu. O herdeiro da Hilton Hotels Corporation foi à justiça para exigir uma fatia maior dos bens do pai, que tinha decidido deixar 97% da sua fortuna para a caridade. Barron Hilton conseguiu ampliar sua herança, ficando com 4 milhões de ações da companhia, mas já afirmou que pretende seguir os passos do pai e deixar 97% da sua fortuna para a Conrad N. Hilton Foundation. Os 3% restantes vão ser divididos entre seus oito filhos e muitos netos – entre eles, a socialite Paris Hilton.</p>
<h4><img class="alignleft" src="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/pictures/50174/size_590_marcus.jpg?1328987252" alt="" width="248" height="186" />Bernard Marcus</h4>
<p>Descendente de imigrantes russos, o fundador da Home Depot, Bernard Marcus, é dono de um patrimônio de 1,9 bilhão de dólares.</p>
<p>Seus três filhos devem ficar com uma parcela pequena da sua fortuna, já que o magnata declarou que pretende deixar grande parte dela para sua fundação, a Marcus Foundation, voltada a educação e cuidado de deficientes.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do Portal <a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/7-bilionarios-que-nao-deixarao-sua-fortuna-para-os-filhos?p=1#link" target="_blank">Exame</a></h6>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edufinanceira.org.br/7-bilionarios-que-nao-deixarao-sua-fortuna-para-os-filhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5 sinais de que um assessor de investimentos é picareta</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/5-sinais-de-que-um-assessor-de-investimentos-e-picareta/</link>
		<comments>http://edufinanceira.org.br/5-sinais-de-que-um-assessor-de-investimentos-e-picareta/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 18:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edufinanceira.org.br/?p=2738</guid>
		<description><![CDATA[Investir com ajuda personalizada e profissional pode ser uma boa saída para quem não tem muito tempo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/50034/size_590_ratoeira_john_evans_sxc.jpg?1328817700" alt="" width="283" height="213" />Investir com ajuda personalizada e profissional pode ser uma boa saída para quem não tem muito tempo de cuidar do próprio dinheiro, especialmente em épocas de mercados mais incertos e voláteis. Mas antes de escolher aquele que vai aconselhar onde você vai pôr seu dinheiro, é bom ficar atento para os sinais que indicam que, ali, pode haver um picareta – um sujeito sem as qualificações necessárias e até mal intencionado, que pode prejudicar o investidor em prol dos próprios interesses. Saiba como reconhecer a partir de cinco sinais:</p>
<h4>1. O profissional não é habilitado:</h4>
<p>Todo profissional da área de investimentos que dá recomendações para seus clientes deve ser registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou como consultor de investimentos – aquele que recomenda aplicações – ou como administrador de carteiras – aquele que pode não só recomendar como mexer no dinheiro do cliente sem prévia consulta.</p>
<p>O registro na CVM pode ser verificado na seção “Participantes do mercado”, no pé da home page do órgão. Caso o profissional se apresente como consultor ou administrador de carteiras e não tenha registro, dispense-o.</p>
<p>Também existe a figura do planejador financeiro, que apenas planeja finanças, mas sem fazer recomendação direta de ativos. A certificação, nesse caso, não é obrigatória, mas também existe. Trata-se do CFP, concedido no Brasil pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCP). A checagem do registro pode ser feita pelo site da instituição.</p>
<h4>2. O profissional faz promessas de rentabilidade:</h4>
<p>O picareta aparece com um método infalível de obter uma rentabilidade mínima determinada, ignorando que, de fato, ninguém tem o poder de prever o futuro. Normalmente o sujeito diz ter desenvolvido um sistema com rentabilidade garantida, tentando fazer o investidor crer que só poderá atingir o objetivo se utilizar de seus serviços.</p>
<h4>3. O profissional não deixa claro como é remunerado:</h4>
<p>Existem dois tipos de assessores de finanças e investimentos: os independentes e os não independentes. Os primeiros recebem diretamente do cliente, sem manter relacionamento com qualquer instituição financeira. Os segundos estão vinculados a uma instituição, que os remunera.</p>
<p>Esse vínculo por si só – verificado no caso dos gerentes de banco e agentes autônomos – não é um sinal de picaretagem. A cilada se dá quando esse conflito de interesses não está claro. Profissionais que se recusam a dar detalhes sobre como são remunerados devem acender o sinal de alerta do investidor.</p>
<p>Um agente autônomo, por exemplo, não só não pode recomendar investimentos como é um representante de uma corretora, devendo ser remunerado exclusivamente pela empresa. Se ele quiser cobrar “por fora” para dar uma consultoria, fuja. Até porque ele não está habilitado e certificado para essa função.</p>
<h4>4. O profissional cria uma sensação de urgência ou de exclusividade:</h4>
<p>Desconfie se o profissional quiser apressar sua decisão de investimentos ou se disser que só é possível aplicar em determinado produto se for por meio dele. “O sujeito faz isso para criar aquela sensação de que é uma oportunidade única, e para desarmar o pensamento crítico do investidor”, diz o especialista em finanças da consultoria Money Fit, André Massaro.</p>
<p>Ao fazer isso, o picareta pode ter a intenção de levar o cliente a investir uma quantia maior do que investiria normalmente, caso seja remunerado de forma proporcional ao volume. Ou então, caso receba um percentual da corretagem, fazer o cliente movimentar uma grande soma de um ativo para o outro. Ou de algumas aplicações para um único ativo.</p>
<h4>5. O profissional parece focado em apenas um tipo de investimento:</h4>
<p>Estar focado apenas em ações ou em fundos, por exemplo, não necessariamente é sinal de picaretagem, mas certamente é um mau sinal. Na melhor das hipóteses, indica despreparo do profissional.</p>
<p>“Mostra que ele não tem visão ampla. Como diz o ditado, quando tudo que você tem na mão é um martelo, todo problema para você é um prego”, diz Massaro. Ou seja, o profissional vai tentar adequar todo e qualquer objetivo do investidor àquilo que é sua “especialidade”, ignorando o perfil do cliente e do objetivo em si.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do Portal <a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/5-sinais-de-que-um-assessor-de-investimentos-e-picareta?page=1&amp;slug_name=5-sinais-de-que-um-assessor-de-investimentos-e-picareta" target="_blank">Exame</a></h6>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edufinanceira.org.br/5-sinais-de-que-um-assessor-de-investimentos-e-picareta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um novo País, livre dos velhos hábitos</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/um-novo-pais-livre-dos-velhos-habitos/</link>
		<comments>http://edufinanceira.org.br/um-novo-pais-livre-dos-velhos-habitos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 16:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edufinanceira.org.br/?p=2718</guid>
		<description><![CDATA[Por Jurandir Sell Macedo Jr. De forma surpreendente, o sistema financeiro nacional atravessou com relativa tranquilidade as décadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6 align="right">Por Jurandir Sell Macedo Jr.</h6>
<p>De forma surpreendente, o sistema financeiro nacional atravessou com relativa tranquilidade as décadas de inflação extremamente elevada ou hiperinflação. Porém, a queda brusca da inflação conquistada pelo Plano Real provocou uma profunda diminuição das receitas inflacionárias apropriadas pelo sistema, o que gerou riscos de uma crise bancária. Tal ameaça foi contida pelo PROER, o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional.</p>
<p>Bastante criticado, e por vezes incompreendido, o PROER sanou o sistema e levou a uma profunda consolidação do setor. Atualmente, bancos públicos e privados, tanto nacionais quanto estrangeiros, competem livremente no mercado e contam com uma eficiente estrutura de regulação e autorregulação.</p>
<p>O crescimento do setor financeiro registrado na última década é impressionante por qualquer ângulo que se olhe. De acordo com a Febraban, a rede de atendimento saiu de 54 mil pontos em 2000 para mais de 250 mil no final do último ano. No mesmo período, o número de contas correntes e poupanças mais do que dobrou e o número e o volume de recursos movimentados com cartões de crédito quintuplicaram. Os recursos de terceiros administrados pelos bancos também aumentaram em cinco vezes, ultrapassando R$ 2,3 trilhões.</p>
<p>O incremento na captação refletiu-se diretamente na aplicação dos recursos, possibilitando uma significativa melhora na concessão de crédito no país. O crédito de médio e longo prazos, que era praticamente inacessível à população antes do Plano Real, já se aproxima dos 500 dias de prazo médio. São números ainda distantes dos países desenvolvidos, mas extremamente significativos dado nossa história recente.</p>
<p>O Brasil tem hoje um sistema financeiro sólido e moderno, seus bancos estão entre os mais eficientes e automatizados do mundo. Os brasileiros conseguem, em segundos, transferir dinheiro do Rio Grande do Sul para o Acre. Um cliente de Roraima não encontra dificuldades para acessar um caixa eletrônico em uma praia do Rio de Janeiro. Além disso, os bancos complementam o governo na arrecadação de tributos e no pagamento de benefícios à população.</p>
<p>Os bancos têm hoje presença fundamental na vida dos brasileiros. Assim, é até difícil entender que  tenhamos ainda 13% da população excluída do sistema bancário, segundo dados do Censo 2010, do IBGE. Para tentar conquistar e incluir esta população, os grandes bancos estão apostando no microcrédito, abrindo agências em áreas de baixa renda e reforçando estratégias de correspondentes bancários para chegar aos mais remotos rincões do país.</p>
<p>Apesar de todos os avanços conquistados, a satisfação dos clientes do sistema financeiro ainda é muito baixa.  Uma empresa do grupo McGraw-Hill fez recentemente uma pesquisa com 3 mil clientes dos sete maiores bancos brasileiros. O estudo apontou que temos o mais baixo índice de satisfação entre cinco países avaliados. Segundo a coordenadora da pesquisa, Célia Bastos, a insatisfação “é agravada pela comunicação ineficiente sobre produtos bancários, serviços e taxas”.</p>
<p>Este fato coloca os bancos entre os setores com maior número de reclamações nos serviços de proteção ao consumidor. De acordo com o Procon, 80% das reclamações seriam fruto da falta de informação. A comunicação ineficiente, ou falta de informação, pode ser traduzida como falta de educação financeira. Essa deficiência é mais um dos efeitos colaterais do período inflacionário. A falta de educação financeira explica o aparente paradoxo: de um lado os avanços e a eficiência do sistema financeiro e, de outro, a insatisfação e a má fama dos bancos junto a seus clientes.</p>
<p>Na época da inflação fora de controle, com a moeda derretendo no bolso a cada dia, os brasileiros se acostumaram a correr para comprar o que pudessem tão logo recebessem seus rendimentos. Fazer orçamento e planejamento só era possível para quem sabia manejar os complexos mecanismos de correção monetária. Naquele tempo, investir era comprar imóveis, bens semiduráveis ou moeda estrangeira. Vem desta época a visão equivocada de que comprar um carro é investimento.</p>
<p>A maioria da população não tem educação financeira porque três ou quatro gerações de brasileiros que nasceram após a década de 1940 se criaram em um período de inflação descontrolada. Educados em lares com gastos sem controle, os jovens de hoje crescem sem bons modelos do que fazer em relação às suas finanças. Conquistamos uma moeda confiável, temos um sistema financeiro sólido e eficiente, mas falta educarmos a população para usufruir destas conquistas.</p>
<p>O desafio de educar financeiramente os brasileiros é imenso e urgente. O melhor local para se receber essas informações é em casa, mas como os pais conseguem dar educação financeira aos filhos se eles próprios não a têm? O primeiro impulso é transferir a tarefa para a escola, mas como ela vai dar conta da responsabilidade se não temos professores preparados? Precisamos de um esforço conjunto entre governo, escolas, meios de comunicação e agentes do mercado financeiro, em especial os grandes bancos brasileiros.</p>
<p>É comum pensar que os bancos são beneficiários da falta de educação financeira da população, o que não é verdade. Um cliente sem educação financeira toma crédito de forma errada, fica sobrendividado e não consegue pagar suas contas – o que só dá prejuízo para os bancos, que perdem o dinheiro e o cliente. Mesmo aqueles que conseguem poupar acabam investindo em produtos inadequados, deixam de lucrar e se frustram com os bancos.</p>
<p>O sistema financeiro tem recursos e conhecimento acumulado para ser o ator principal na luta para oferecer alfabetização financeira à população brasileira. Mas hoje atua apenas como coadjuvante. É preciso que os agentes do sistema financeiro percebam o que apenas poucos já incorporaram: a educação financeira é estratégia de negócio, não atividade social.</p>
<p><strong>Veja o <a href="http://edufinanceira.org.br/wp-content/uploads/2012/02/3331160841.pdf">Artigo da Carta Fundamental</a> </strong></p>
<h6 style="text-align: right;">Do Portal <a href="http://www.cartacapital.com.br/carta-fundamental/" target="_blank">Carta Fundamental</a></h6>
<div></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edufinanceira.org.br/um-novo-pais-livre-dos-velhos-habitos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como sobreviver financeiramente ao divórcio?</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/como-sobreviver-financeiramente-ao-divorcio/</link>
		<comments>http://edufinanceira.org.br/como-sobreviver-financeiramente-ao-divorcio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 19:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edufinanceira.org.br/?p=2715</guid>
		<description><![CDATA[Prepare-se: você vai perder dinheiro. Não importa se o fim foi litigioso ou amigável, a renda despenca, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/divorcio/imagens/divorcio_dentro_pr.jpg" alt="" width="280" height="250" />Prepare-se: você vai perder dinheiro. Não importa se o fim foi litigioso ou amigável, a renda despenca, os bens são divididos e se não houver acordo fácil entre as partes, custas judiciais e honorários de advogados podem acabar de enxugar o patrimônio do casal.</p>
<p>“Quer brigar, briga dentro de casa. Na Justiça, custa muito mais caro”, diz Ronaldo Gotlib, advogado especializado em Direito de Família.</p>
<p>“O que as pessoas deveriam fazer e nem sempre conseguem por causa do clima passional do momento é planejar e minimizar as perdas que vão acontecer inevitavelmente”, completa Marcelo Maron, diretor executivo do grupo PAR.</p>
<p>Quando se divorciou, Suzana Elvas, 45 anos, editora de livros, não se preparou para o pior. “Separei em 2003, depois de sete anos morando junto e cinco casada no papel”, lembra. A separação parecia amigável, mas o ex não assinava os papéis.</p>
<p>“Quando o pedido caducou e ele viu que eu não ia desistir, entrou com o pedido de separação litigiosa”, conta Suzana. “A pensão, ele enrolou e chorou o quanto pôde. Fui obrigada a fazer um verdadeiro dossiê, com cópias até de nota de padaria. E a pensão só cobre um terço das despesas das nossas duas filhas, hoje com 10 e 12 anos”.</p>
<p>Como o casal não tinha bens, a maior perda foi nas reservas de dinheiro. “Casada, jamais consegui fazer poupança porque ganhava menos &#8211; e com a maternidade as chances de crescer profissionalmente desapareceram &#8211; mas dividia meio a meio as despesas. Os frilas que pegávamos eu fazia sozinha, mas o pagamento ele botava na ‘nossa’ poupança &#8211; dinheiro que eu jamais vi”, conta.</p>
<p>Hoje, depois de passar muitos apertos para manter a casa, ela dobra a jornada para não faltar nada às filhas.</p>
<p>“Temos que sair do casamento exatamente como entramos. Se eu tinha uma poupança<br />
quando solteira, ela não pode desaparecer depois de casar”, diz a editora. “E é urgente uma revisão no Direito de Família. O juiz determina o valor em função do que o pai pode pagar, mas ninguém pergunta quanto a mãe pode pagar. É um limbo sob a responsabilidade da mãe.”</p>
<h4><strong>Quando precisa de advogado?</strong></h4>
<p><strong></strong>Para o divórcio em cartório, sem necessidade da Justiça, o casal deve estar de acordo e não ter filhos incapazes ou menores.</p>
<p>“Se há um casamento registrado em cartório, há necessidade de um advogado. Se for amigável, pode ser um só, que já economiza bastante”, diz Gotlib. Vigora a mesma regra para união estável registrada em cartório. Se não for registrada, automaticamente vale o regime de comunhão parcial de bens. “Tudo que foi adquirido depois da união pertence aos dois”, afirma.</p>
<p>Para Gotlib, vale qualquer esforço para evitar entrar na Justiça. “Isso significa transferir a juiz e advogados a decisão final sobre o que é seu. Decidir sozinho é mais econômico, saudável e produtivo. Quando o juiz decide, sempre favorece uma das partes”, afirma.</p>
<h4><strong>Apressar ou adiar a separação?</strong></h4>
<p>É importante evitar atitudes precipitadas. Por exemplo, vender um imóvel às pressas pode implicar em fazer um negócio abaixo do valor de mercado.</p>
<p>“Se houver convivência amigável, o ideal seria respeitar o tempo de vender o patrimônio do casal a preço de mercado. Pressa custa caro”, diz Maron.</p>
<p>Um passo interessante é estabelecer o processo de separação antes do divórcio definitivo.</p>
<p>“A separação permite fazer divisão de patrimônio. Se alguém adquirir um imóvel, receber herança ou contrair uma dívida, nada disso retroage no casamento”, explica o advogado.</p>
<h4><strong>Padrão de vida</strong></h4>
<p>A equação é simples: a família se divide entre duas casas e as contas dobram, enquanto a renda se divide por dois. Resultado: o padrão de vida cai. “Uma casa sustentada pela renda de R$ 6 mil é totalmente diferente do que duas casas de R$ 3 mil”, diz Maron.</p>
<p>“Quando há filhos, sobretudo, uma das partes tem despesas maiores. Há um empobrecimento”, alerta Gotlib. A separação afeta até o próximo relacionamento, já que uma pensão é como uma dívida do relacionamento anterior.</p>
<p>O ideal é colocar no papel as despesas e reduzir excessos. “Cortar tudo num momento difícil não funciona. Mas é uma boa estabelecer um orçamento máximo para itens como lazer”, acredita Maron. &#8220;O vilão são os gastos descontrolados, o cartão de crédito, merece atenção especial para não ser um foco de dívidas.&#8221;</p>
<h4><strong>Sociedade à vista</strong></h4>
<p>Se o fim não foi trágico, é possível manter parcerias que beneficiem a família. “Conheço casais que tinham imóveis alugados, e continuaram sócios. É uma forma de minimizar a queda de padrão”, afirma o consultor financeiro.</p>
<p>Casa de praia ou campo, por exemplo, podem ser divididos. “É caso de criar regras e combinar”, acredita Maron. É melhor dividir bens temporariamente que vender com pressa, acredita o advogado. “Sem consenso, o juiz pode determinar a venda em leilão, cujo valor é sempre abaixo do mercado.”</p>
<h4><strong>Compensação emocional </strong></h4>
<p>Outro erro grave é comprometer gastos para consolar os filhos.</p>
<p>“É hora de suspender despesas como viagens de férias. As pessoas tender a fazer o contrário para compensar o sofrimento da família”, afirma Maron.</p>
<p>Roupas, celulares e videogames são agrados que podem esperar. “Filhos sabem manipular bem os adultos, e podem tentar barganhar. Já vi pai se endividar para dar para o filho um iPhone, porque estava separando”, garante o consultor.</p>
<p>Muitas vezes, um dos cônjuges abre mão de bens a que tinha direito para diminuir o sofrimento, mas se arrepende depois. &#8220;Sempre aconselho negociar&#8221;, afirma Gotlib.</p>
<h4><strong>Preparação para o futuro</strong></h4>
<p>Quando um dos cônjuges parou de trabalhar durante a relação é preciso considerar um investimento para retomar a carreira. “Os juízes procuram não incentivar que um viva às custas do outro, a pensão é para os filhos”, diz Maron. Se o casamento caminha para o fim, uma atualização, como uma especialização, um MBA ou até um curso profissionalizante, podem entrar na negociação.</p>
<p>Quando só um dos membros do casal cuidava das finanças da casa, vale recorrer a cursinhos de finanças pessoais, aplicativos de celular, caderneta de controle de despesas e até a amigos pé-no-chão para aprender a administrar o novo lar.</p>
<p>Maron adverte sobretudo para não menosprezar as pequenas despesas. “Cigarro e café, para quem fuma, podem custar até um salário mínimo no fim do mês. Pequenas despesas são um ralo de dinheiro.”</p>
<h4><strong>Dívidas</strong><br />
<strong></strong></h4>
<p>No divórcio, divide-se ônus e bônus. “Se um fez dívida e o outro não sabe, na separação elas aparecem. E sempre com conflito”, lembra Maron.</p>
<p>A partilha segue a regra do patrimônio: se é comunhão de bens, a dívida é dos dois. “A não ser que o endividado assuma sua parte”, diz o consultor financeiro.</p>
<h6 style="text-align: right;">Do Portal <a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/separacaodivorcio/como-sobreviver-financeiramente-ao-divorcio/n1597616965781.html" target="_blank">IG</a></h6>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edufinanceira.org.br/como-sobreviver-financeiramente-ao-divorcio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Longe de casa perto da maturidade</title>
		<link>http://edufinanceira.org.br/longe-de-casa-perto-da-maturidade/</link>
		<comments>http://edufinanceira.org.br/longe-de-casa-perto-da-maturidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 18:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://edufinanceira.org.br/?p=2710</guid>
		<description><![CDATA[Passada a euforia da aprovação na UFSC, quem não mora na mesma cidade do campus lembra que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passada a euforia da aprovação na UFSC, quem não mora na mesma cidade do campus lembra que é hora arrumar as malas. Encarar um lugar desconhecido, as contas para pagar, um tanque cheio de roupas (e tudo longe da família!) não é fácil. Agora, você terá uma pilha de responsabilidades e uma rotina para enfrentar sozinho. Por outro lado, vai experimentar uma independência que nunca teve antes. Já para os pais, fica aquele aperto no peito por ter de deixar o filhinho ir embora. Tanto para os recém-universitários como para a família, é preciso ter coragem para aproveitar o que essa nova fase tem de melhor. Também é sempre bom ter por perto depoimentos e dicas de quem entende o que vem por aí.</p>
<h4>Atenção, pais!</h4>
<p>- O crédito para os filhos deve ser limitado. É hora deles aprenderem a lidar com a autonomia e com responsabilidade, compreendendo os limites na conta. Se ele passou na UFSC, não adianta presentear com um carro zero ou com crédito à disposição, por exemplo. Grandes recompensas e mesadas generosas não condizem com a realidade do mercado de trabalho. Quando tiver um emprego, o jovem vai perceber que a renda não chega tão fácil e vai ter que perder em qualidade de vida, o que pode gerar frustração. Por isso, valem mais as duras lições práticas de economia na vida universitária.</p>
<p>- Não compre o apartamento onde o universitário vai morar. A valorização apenas durante o tempo de faculdade não compensa os investimentos de manutenção do imóvel.</p>
<h4>Filha única e, agora, sozinha</h4>
<p>Se você nunca ficou longe da família por muito tempo, o friozinho na barriga de ir para outra cidade cursar a universidade certamente é ainda maior. Jéssica Pires, 17 anos, deixará a mãe e a avó em Imbituba para fazer Farmácia, na UFSC. A estudante, que é filha única, está um pouco apreensiva de vir para a Capital.</p>
<p>– Aqui em Imbituba, eu conheço todo mundo. Em Florianópolis, a vida deve ser bem diferente, também é tudo bem mais caro – opina.</p>
<p>Ela sabe cozinhar, limpar a casa e lavar roupa. Mas, na prática, quando está sob os cuidados da mãe, poucas vezes Jéssica tem de pegar pesado na faxina. Na vida de universitária, não restará escolha.</p>
<p>– Tenho nojo de limpar banheiro. Só que, agora, vou ter que fazer, não vai ter jeito – afirma.</p>
<p>Para tomar um fôlego das tarefas de casa, a estudante ainda pretende trazer comida de Imbituba. Ainda vão sobrar, inclusive, algumas calças jeans para a mãe de Jéssica lavar.</p>
<p>– Pretendo vir para casa toda a semana, dá saudade – ressalta.</p>
<h4>Ajuda de irmã</h4>
<p>Contar com algum familiar por perto na cidade em que se vai morar é um privilégio que Nathalia Cividini, 18 anos, tem. A estudante de Caçador, no Oeste do Estado, veio para Florianópolis no ano passado, para fazer cursinho. Na época, a irmã mais velha, que já cursava Engenharia Ambiental na UFSC, deu algumas colheres de chá para a caçula.</p>
<p>– Quando eu não sabia em que mercado ir ou que ônibus tomar, ela me ajudava. Também foi mais fácil porque já tinha apartamento, estava tudo pronto – diz.</p>
<p>Aprovada na faculdade Farmácia, Nathalia conhece um pouco da rotina de universidade pelas conversas com a irmã mais velha. Restaurante Universitário, sistema de empréstimo na biblioteca não deverão ser problemas para ela. Elas estão acostumadas a dividir a limpeza da casa e deixam as contas todas no débito automático, para não esquecerem de pagar. Mas morar com a irmã também tem seus momentos de tensão. Nathalia conta que houve pequenas brigas sobre de quem era a vez de organizar o quarto ou por alguma resposta que desagradava a outra.</p>
<p>– A gente ficava um tempo sem se falar, mas acaba tendo que dar um jeito de fazer as pazes – constata.</p>
<p>Apesar das encrencas passageiras, a distância de casa fez com que as duas ficassem mais próximas. Este ano, deverá ser mais fácil para as universitárias por já estarem habituadas com a cidade e pelas novas amizades.</p>
<p>– No começo, me sentia meio abandonada. Depois, acabei acostumando e fazendo amizades por aqui – explica Nathalia.</p>
<h4>Carga extra de disposição</h4>
<p>Além de ser avaliado no vestibular e de ter de se adaptar a uma cidade desconhecida, Felipe Allan Ribeiro provou que tem uma carga extra de disposição. Com a família em Maravilha, no Oeste do Estado, no ano passado, ele conciliou os horários das aulas em um cursinho do pré-vestibular com o tempo de trabalho em uma loja de cortinas na Capital.</p>
<p>Mesmo com a compreensão dos colegas de trabalho e com o apoio da equipe do cursinho, o estudante lutou contra o cansaço nas noites de estudo. Felipe, que sabe cozinhar e cuidar da casa, também não escapou das dificuldades de quem mora sozinho e não conhece a cidade:</p>
<p>– Já peguei ônibus errado, tive que esperar ir até o terminal para poder voltar. Também fiquei sem tempo de ir ao mercado e tive que ir dormir com uma fomezinha.</p>
<p>A recompensa foi aprender a se virar na Capital e a sonhada aprovação em quarto lugar em Enfermagem, na UFSC. Neste ano, dividir o apartamento com um colega de faculdade deve ajudar a compartilhar as obrigações de casa e amenizar a falta dos pais e dos amigos de infância. O tempo de saudade também será reduzido pela agenda cheia. Felipe pretende continuar trabalhando, cursar a faculdade e, nas horas vagas, estudar para tentar o vestibular de Medicina, no fim de 2012. Mas os telefonemas dos pais são sempre bem-vindos, principalmente nos finais de semana.</p>
<p>– O pior são os domingos, com aquele cheiro no prédio de comida que vem dos almoços em família.</p>
<h4>Para ficar no azul</h4>
<p>O professor de finanças pessoais da UFSC Jurandir Sell Macedo explica o investimento principal na vida universitária é adquirir conhecimento. Por isso, faz parte da rotina estudantil aprender a “viver apertado”. É hora de entender como é se manter, segurar nas contas, abrir mão dos pequenos luxos e apostar nos estudos. O professor dá as dicas para deixar a conta sempre no verde.</p>
<p>- Anote os gastos diários para fazer orçamentos do mês. É importante perceber os pequenos gastos diários e avaliar onde é possível fazer cortes</p>
<p>- Assim que colocar o pé na faculdade, observe opções de estágio ou emprego. Além de ajudar na independência, a experiência pode te ensinar muita coisa e dar um up no seu currículo</p>
<p>- De preferência para morar em república. A divisão ajuda nas contas, no aprendizado de regras de convivência e ainda pode render grandes amizades</p>
<p>- Tente aproveitar para se divertir e para investir em livros, que te darão um grande retorno lá na frente. Se faltar grana para comprar os livros solicitados, pegue emprestado na biblioteca</p>
<p>- Faça a disciplina de Finanças Pessoais, para ajudar na administração dos gastos. Na UFSC, a disciplina, do Departamento de Engenharia e Gestão do Conhecimento, é aberta a todos os cursos de graduação.</p>
<h4>Para manter o equilíbrio</h4>
<p>A saída de casa nem sempre é bem aceita por universitários e pelos pais, principalmente no início. A psicóloga e psicoterapeuta Letícia Delpiso tem algumas recomendações para essa fase</p>
<p>- Se a solidão apertar, vale apelar para o telefone ou para a internet. As redes sociais podem ser uma maneira prática e mais econômica para ter o colo de mãe ou de pai</p>
<p>- Tente criar raízes com a nova cidade. Procure um curso, como aula de dança ou de línguas, onde você poderá se distrair e conhecer gente nova</p>
<p>- Participar de grupos de estudo, estágio ou cursos no ambiente universitário podem ajudar na integração com colegas</p>
<p>- Não fique trancado sozinho em casa, principalmente nos primeiros dois meses, que são mais difíceis. Tente ficar em grupos ou em atividades sempre que possível</p>
<p>- Voltar para a cidade de origem toda hora não adianta. É importante ter afetos que farão você se sentir mais em casa</p>
<h4>Atenção, pais!</h4>
<p>- Tente ocupar o tempo que sobrou pela saída do filhote com novas atividades e com coisas de que você gosta. Agora pode ser a chance de fazer aquele curso que você queria fazer e não dava tempo ou de ouvir aquelas músicas que seu filho odeia</p>
<p>- Aproveite para namorar e sair mais. Resgate as antigas amizades e curta a independência recuperada</p>
<p>- Não ligue para o filho muitas vezes ao dia. Mexer a toda hora na ferida da saudade dificulta a adaptação para ele e para você</p>
<p>- Entenda quando seu filho não quiser voltar para a casa. Será bom para ele administrar as responsabilidades e curtir as novas amizades</p>
<h6 style="text-align: right;">Do Portal <a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;local=18&amp;source=a3656448.xml&amp;template=3898.dwt&amp;edition=18953&amp;section=1342" target="_blank">Diário Catarinense</a></h6>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://edufinanceira.org.br/longe-de-casa-perto-da-maturidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

