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Entenda as divergências teóricas dos vencedores do Nobel de Economia | Instituto de Educação Financeira

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Entenda as divergências teóricas dos vencedores do Nobel de Economia

foto valorOs vencedores do prêmio Nobel de Economia deste ano foram destaque na matéria “Nobel de bolso” do jornal Valor Econômico desta terça-feira (22). A conquista dos norte-americanos Eugene Fama e Robert Shiller, renomados pesquisadores do mercado financeiro, chama atenção pela divergência no referencial teórico adotado por ambos.  De forma resumida, destacamos algumas das diferenças conceituais apresentadas na reportagem.

Racionalidade limitada versus Mercados Eficientes

Sob o viés das finanças comportamentais, Shiller defende que os investidores têm racionalidade limitada e que suas decisões são mais bem explicadas pela psicologia do que por critérios racionais. Baseado em tais conceitos, Shiller questiona a teoria dos mercados eficientes. Fama, por outro lado, é conhecido como o pai dessa mesma teoria. Ele defende a ideia de que a trajetória dos preços das ações é aleatória e reflete toda a informação disponível.

IMG_4956Na análise do doutor em Finanças Comportamentais e consultor do Itaú Unibanco Jurandir Macedo a indicação de Shiller e Fama para o mesmo Nobel não é tão incongruente quanto parece. “As duas hipóteses são mutuamente excludentes, mas são interdependentes”, afirma. Do ponto de vista dele, Fama não negou que existia algum grau de ineficiência nos mercados. O que ele sempre defendeu é que, no longo prazo, eles são eficientes. “O mercado não é nem tão eficiente que seja perfeito nem tão ineficiente que permita que um não profissional ganhe acima da média”, conclui o consultor a partir das teorias dos dois prêmios Nobel.

“É muito melhor para grande parte dos investidores acreditar na eficiência dos mercados, ou seja, no Fama”, diz Macedo. Várias pesquisas mostram, segundo ele, que fundos de gestão ativa perdem para carteiras de gestão passiva. Para conseguir retorno superior ao dos indexados, seria assim preciso escolher um dos poucos gestores que geram alfa (retorno acima da média de mercado).

A matéria completa foi publicada no jornal Valor Econômico
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