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Emoção interfere na forma de investir e nos ganhos do investidor, confirma estudo | Instituto de Educação Financeira

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Emoção interfere na forma de investir e nos ganhos do investidor, confirma estudo


Do Portal Infomoney

Investir e negociar com base apenas no emocional podem custar mais de 20% do retorno dos investidores em um período de 10 anos. A conclusão é do estudo Risk and Rules: The role of control in financial decision making, do setor de Wealth Management do Barclays.

De acordo com o estudo, o descontrole emocional pode levar o investidor ao paradoxo de comprar na alta e vender na baixa. Segundo o levantamento, um terço dos entrevistados (32%) acredita que, para conquistar bons retornos nos investimentos, precisa negociar com frequência. Desses investidores, quase a metade (46%) afirma que são as emoções que os fazem agir desta forma.

Questão de estratégia

O estudo do Barclays indica ainda que o investidor que possui uma estratégia de investimento e que efetivamente a utiliza – como não mexer nas aplicações por impulso ou evitar analisar a carteira com frequência para não cair na tentação de negociar no curto prazo – é, em média, 12% mais bem-sucedido do que aquele que não possui nenhum disciplina financeira.

No mundo, os investidores da região da Ásia-Pacífico são os que mais buscam uma disciplina financeira, principalmente aqueles de Taiwan e Hong Kong. Por outro lado, investidores de países desenvolvidos estão na base da pirâmide neste quesito, principalmente na Espanha, Austrália e Estados Unidos.

Emocionalmente racional

A psicanalista e representante no Brasil da Iarep (International Association for Research in Economic Psychology), Vera Rita de Mello Ferreira, autora de livros como Psicologia Econômica e o recente A Cabeça do Investidor, defende a ideia de que o ser humano é frágil, precário e irracional, o que faz com que as emoções interfiram em tudo na vida, inclusive nas decisões de investimentos.

Segundo ela, para evitar – o pelo menos tentar evitar – que as emoções prejudiquem seus ganhos e influenciem, de forma negativa, em seus investimentos, atenção a algumas dicas, retiradas da publicação “Psicologia Econômica: estudo do comportamento econômico e da tomada de decisão”:

  • Respeite seus próprios limites e avalie se tem condição de tolerar a incerteza e o medo que determinadas aplicações vão gerar
  • Evite o comportamento de manada – não é por que todos estão comprando determinado papel que você também deve comprar
  • Evitar reações de pânico diante da volatilidade do mercado
  • Avalie os investimentos de acordo com o prazo que tem para investir e do retorno que espera ter
  • Defina metas e verifique se suas estratégias estão adequadas a elas
  • Informe-se e pense sobre seus investimentos com calma e em detalhes, a fim de identificar pontos frágeis.
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