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Como preparar o cérebro (e o bolso) para viver 30 anos a mais | Instituto de Educação Financeira

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Como preparar o cérebro (e o bolso) para viver 30 anos a mais

 

É simples compreender que precisamos nos preparar para a velhice, mas não é nada simples fazer o cérebro colaborar. “Nosso comandante geral não é plenamente racional no trato com o dinheiro e na preparação para a aposentadoria”, afirma o consultor de finanças pessoais do Itaú e professor da UFSC, Jurandir Sell Macedo.

O alerta é ainda mais válido se levarmos em conta que viveremos 30 anos a mais do que viveram nossos bisavós. A expectativa de vida deles não passava dos 40 anos e a maioria de nós certamente chegará ou ultrapassará a barreira dos 70. É uma ótima notícia, mas será que estamos preparados?

De acordo com Macedo, a resposta é não. Nem financeiramente e, acredite, nem biologicamente. Ao menos quando tratamos do nosso cérebro. “Para visualizar melhor, vamos imaginar que a história do homem na Terra, que data de mais de dois milhões de anos, pudesse ser reduzida a um período de 365 dias”, propõe Macedo na palestra “Cérebro gastador: um manual de instrução”, que será oferecida no segundo dia da Expomoney em Florianópolis (28/06), às 20h.

Na imaginária escala evolutiva, o primeiro Homo erectus nasce no primeiro segundo do Ano Novo. Só no dia 24 de novembro surge nossa espécie, o Homo sapiens, com seu córtex pré-frontal. Mas nosso cérebro atual só ganha forma depois, em 13 de dezembro. Às 6h do último dia do ano surge a moeda e às 23:20h do dia 31 de dezembro nossa expectativa de vida dá o grande salto para 70 anos – sendo que até as 22h ela era de apenas 30 anos. “Como podemos exigir que nosso cérebro acolha uma mudança que aconteceu agora, nos últimos minutos?”, questiona Macedo.

O palestrante argumenta que não é à toa que ainda mantemos muitos hábitos aprendidos nas savanas africanas e nos comportamos como se fôssemos durar 30, 40 anos. Vivemos milhões de anos sem pensar no passado nem nos preocupar com o futuro. “Até alguns dias atrás, usando a escala evolutiva do exemplo, rico era alguém que tivesse muita gordura no corpo. Para sobreviver, tudo que precisávamos fazer era conseguir alimentos e consumir tudo o mais rápido possível. Este comportamento permitiu que nossa espécie dominasse o mundo, mas agora só nos deixa obesos e pobres”, comenta.

Na palestra, Jurandir Sell Macedo mostra como enganar o cérebro primitivo para viver em uma sociedade na qual a velhice vai ser uma epidemia. As instruções mostram que é possível nos prepararmos bem, para que os 30 anos de expectativa de vida que ganhamos não venham a se tornar um pesado fardo para as próximas gerações.

Mais informações: (48) 3025-7274 ou 8827-2644, com Emília Chagas (emilia@edufinanceira.org.br).
O quê: palestra “Cérebro gastador: um manual de instrução”.
Quando: 28 de junho, às 20h.
Onde: Expomoney Florianópolis, no Centro Sul (av. Governador Gustavo Richard, 850).

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